URÂNIO, EMBRAER E ALCÂNTARA: OS MILITARES ENTREGAM TUDO! Ainda seremos menores que Puerto Rico


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O Brasil tem a sétima maior reserva de urânio do mundo e graças ao trabalho heróico do Alte. Othon Silva é um dos quatro países do mundo - com EUA, Rússia e China - que têm urânio e sabe beneficiá-lo.
O que seria meio caminho andado para produzir uma bomba atômica - como têm Israel, Paquistão, Índia, EUA, Rússia, China, França e Inglaterra - e deixar de ser minúsculo...
(Mas, o Príncipe da Privataria, num ato de lesa-pátria, assinou o Tratado de Não-Proliferação das Armas Nucleares - sem que os Estados Unidos pedissem - e lançou o Brasil na irremediável irrelevância nuclear... Por isso, ele pagará caro: estará na linha de frente do paredón do C Af, na companhia - irrelevante - do Pedro Malan Parente.)
O Governo Bolsonário já decidiu entregar o urânio brasileiro à iniciativa privada: Governo vai estimular parcerias para ampliar a produção de urânio.
O Presidente Bolsonaro também decidiu entregar a caixa preta dos caças brasileiros ao Pentágono, já que a Boeing é a maior fornecedora do Pentágono:
Nota à imprensa

Em reunião realizada hoje com o Exmo. Sr. Presidente Jair Bolsonaro, com os Ministros da Defesa, do GSI, das Relações Exteriores, da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações; e representantes do Ministério da Economia e dos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica foram apresentados os termos das tratativas entre EMBRAER (privatizada desde 1994) e BOEING.

O Presidente foi informado de que foram avaliados minuciosamente os diversos cenários, e que a proposta final preserva a soberania e os interesses nacionais.

Diante disso, não será exercido o poder de veto (Golden Share) ao negócio.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República
E o Ministro da Tecnologia Marcos Pontes se prepara para entregar Alcântara aos americanos, segundo reveladora entrevista a Roberto Maltchik, do Globo Overseas (empresa que tem sede na Holanda para lavar dinheiro e subornar agentes da FIFA com objetivo de ter a exclusividade para transmitir os jogos da seleção):


(...) O Globo: Qual é o modelo de gestão que o senhor entende mais adequado para o uso comercial do CLA?
Marcos Pontes:
 Nosso passo inicial é garantir que o CLA possa, via sistemas, processos e pessoal devidamente qualificados, prestar serviços de lançamento de classe mundial. Somente depois disso é que teremos condições de estabelecer o melhor modelo de exploração das atividades, principalmente no que tange a aspectos comerciais. Enquanto isso, estamos verificando como as operações espaciais ocorrem em outros centros mundo afora, de maneira a estabelecermos os modelos mais adequados à nossa realidade e ao nosso arcabouço legal.

O Globo: Como o senhor entende que deve ser a atuação da AEB (Agencia Espacial Brasileira) no serviço de lançamento de satélites?
Marcos Pontes:
 Ao longo deste ano, o Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro estudou gargalos que precisam ser vencidos na área espacial, e foram propostas soluções. Uma das mais importantes é a nova governança do setor, alçando nosso Programa a um efetivo compromisso de Estado em prol desta e das futuras gerações. A AEB manterá, nesse modelo de governança, diversas atividades que já executa, além de secretariar o Comitê Executivo do Espaço. A título de exemplo, continuará cabendo à AEB o estabelecimento de acordos internacionais e o fomento de atividades junto às nossas universidades e institutos técnicos, de forma que o Programa Espacial desperte vocações e dê o melhor retorno possível aos anseios da sociedade.

O Globo: O senhor é favorável a concessão da exploração da área do CLA (Centro de Lançamento de Alcântara) para a iniciativa privada, em um período que possa ir até a 50 anos para garantir o retorno do negócio?
Marcos Pontes:
 Primeiramente, precisamos de segurança jurídica. Além do AST (acordo de salvaguarda tecnológica com os EUA) , temos trabalhos em desenvolvimento para estabelecer uma Lei Geral do Espaço. Com isso, investidores poderão equacionar seus modelos de negócios, de forma a que suas atividades sejam não somente rentáveis, mas também indutoras de desenvolvimento tecnológico e socioeconômico para toda a região de Alcântara.

O Globo: Em sua opinião, além de uma eventual concessão de exploração, o senhor concorda com a ideia de repassar a administração do CLA para alguma fundação, com o objetivo de facilitar a alocação de recursos para o centro?
Marcos Pontes:
 Seria muito prematuro qualquer iniciativa nessa direção. O Brasil possui modelos muito interessantes de compartilhamento de instalações e serviços, como ocorre em nossos aeroportos e em nosso sistema de controle de tráfego aéreo e de defesa aérea. Em todo o mundo, há centros espaciais qualificados que fazem o uso de serviços técnicos, logísticos e de segurança de forma associada a organizações de defesa. Portanto, mais uma vez, o importante é garantir a qualidade dos serviços.

O Globo: Em quanto tempo o senhor considera viável o início da exploração comercial do CLA?
Marcos Pontes:
 O CLA já possui um amplo leque de sistemas e serviços capaz de atender, com pequenas adaptações, veículos de pequeno porte. Temos recebido diversas empresas interessadas em se valerem das condições excepcionais O CLA já possui um amplo leque de sistemas e serviços capaz de atender, com pequenas adaptações, veículos de pequeno porte. Temos recebido diversas empresas interessadas em se valerem das condições excepcionais de Alcântara. Acreditamos, assim, que tão logo esses aperfeiçoamentos sejam feitos e tenhamos o arcabouço legal definido, poderemos partir para a negociação concreta da exploração comercial. (...)
Em tempo: ainda seremos menores que Puerto Rico - PHA