Ministra quer população engajada no combate ao Aedes

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no Recife
(Foto: Katherine Coutinho / G1)
No Recife, Tereza Campello defendeu conscientização como forma de luta. 
No sábado, ela participa de mutirão nacional de combate ao mosquito.
Katherine CoutinhoDo G1 PE
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, apontou a participação da sociedade como ponto essencial para vencer a luta contra o vírus da zika, a dengue e a febre chikungunya, nesta sexta-feira (12), no Recife. “A única forma de combater o mosquito e a zika é nos unirmos. Dois terços dos criadouros do mosquito estão nas residências. Não vai ser colocar o remédio, um veneno, que vai impedir o mosquito de continuar se proliferando. Essa ação de convencimento, esse porta a porta que vamos fazer vai levar um recado. Não adianta limpar a casa só amanhã”, destacou a ministra.
Tereza se referiu à ação do sábado (13), considerado o Dia Nacional de Combate ao Aedes, quando mais de 20 mil militares vão trabalhar em todo o país na ação conjunta do Exército, Marinha e Aeronáutica.
A ministra esteve na tarde desta sexta-feira (12) no Comando Militar do Nordeste, no Recife, onde se reuniu com representantes das Forças Armadas, do governo estadual e de algumas prefeituras do Grande Recife, para organizar a ação de combate ao mosquito Aedes aegypti.
A ação iniciada no sábado (13) é também uma resposta à comunidade internacional, embora Tereza Campello destaque que a preocupação maior do governo é com a população brasileira. Os questionamentos sobre a epidemia de zika vêm sendo constantes, especialmente devido às Olimpíadas do Rio de Janeiro.
“Nós queremos impedir que o mosquito nasça. Nós queremos garantir a saúde das nossas mães, das gestantes e das crianças. No período das Olimpíadas já vai ser um período em que a gente vai ter uma redução natural, porque não é um período onde o mosquito prolifere muito, já é inverno. A nossa preocupação é garantir tanto a saúde pública de quem é brasileiro, quanto de quem vai estar nos visitando”, afirmou.