Nem advogado de Queiroz sabia da movimentação de R$ 7 milhões


O advogado Paulo Klein, representante da defesa de Fabrício Queiroz, afirmou neste domingo 20 ao jornal O Globo que não sabia que seu cliente movimentou R$ 7 milhões em três anos e também que ainda não obteve acesso às informações do Coaf sobre o caso.
"Eu tinha pedido na semana passada para ter acesso a essas informações e foi dito que isso não tinha sido documentado na investigação. Pedi cópia das informações do Coaf e também de eventuais testemunhas que tenham sido ouvidas. Não entregaram. Disseram: ’doutor, não tem nenhuma informação do Coaf depois daquela’. Para mim foi uma surpresa a imprensa ter tido essa informação [dos R$ 7 milhões] sem a defesa ter tido acesso primeiro", declarou.

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DALLAGNOL ESTÁ QUIETO SOBRE QUEIROZ PORQUE QUER SER PGR, DIZ ELIANE


: <p>cantanhede dallagnol</p>
Por Fernando Brito, do Tijolaço -Eliane Cantanhêde, a musa da “massa cheirosa” – agora torcendo o nariz com as emanações da nova tropa da direita – ajuda hoje, no Estadão, a compreender o comportamento discretíssimo da República de Curitiba diante dos escândalos diários da “Familia Bolsonaro”.
Limitou-se a dizer que não era adequada a paralisação da investigação do caso Queiroz pelo Supremo, sem grandes estardalhaços.
É que Deltan Dallagnol, enfant gâté de Sérgio Moro e integrante do ramo jurídico da goiabeira,  conta (ou contava) ser o candidato de Jair Bolsonaro para substituir, em setembro, Raquel Dodge no cargo de Procurador Geral da República.
O mandato de dois anos de Raquel Dodge só vence em setembro, mas desde já a “República de Curitiba”
faz campanha por Dallagnol. Dodge denunciou Lula, Aécio e o próprio Temer, que a nomeou. Seu “pecado” foi denunciar também Bolsonaro, por um discurso sobre quilombolas que ela considerou racista.
Para os “curitibanos”, “é preciso uma chacoalha da na PGR”, não há lei exigindo lista tríplice para o cargo e o procurador da Lava Jato seria o homem cer to, no lugar certo, na hora cer ta. Aliás, como todos os paranaenses ou os que fizeram carreira no Estado e estão em alta: Sérgio Moro, Maurício Valeixo, Gebran Neto, Edson Fachin, Felix Fischer, Roberto Leonel, Igor Romário de Paula, Erika Marena e Fabiano Bordignon. É o que eles próprios chamam de “alinhamento dos astros”. Uma sorte e um gol de Bolsonaro.

Como se vê, o “Partido da Lava Jato” tomou para si quase toda a área da Justiça. Deltan seria a peça faltante para estabeleceram o monopólio lavajatense.
Há, porém, boas razões para se pensar que a encrenca gerada pelas movimentação do amigo motorista dos Bolsonaro  e os depósitos e pagamentos inexplicados do “filho 01” possam ter colocado água nestes bem azeitados planos de poder.
Jesus subiu na goiabeira para Damares, mas para Deltan é o apoio de Bolsonaro que pode ter subido ao telhado.

PROCURADO, SERGIO MORO SE CALA SOBRE BOLSOGATE: SEM COMENTÁRIOS


Marcello Casal jr/Agência Brasil: <p>moro</p>
247 - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que já não fazia comentários em público sobre o escândalo envolvendo a família Bolsonaro, foi procurado neste domingo 20 pelo jornal O Globo para dar sua opinião sobre o caso, mas respondeu "sem comentários".
Ele segue a lei do silêncio baixada no Planalto para tentar blindar o Bolsonaro pai, num momento em que o filho mais velho, o senador eleito Flávio Bolsonaro, não dá explicações sobre as transações suspeitas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Seu silêncio vem sendo criticado por figuras públicas como Leo Jaime e o Youtuber Felipe Neto, além de políticos como Cristovam Buarque e o cientista político Luis Felipe Miguel.
O caso tomou uma proporção muito maior neste fim de semana, com a entrada da Globo na guerra contra o clã que governa o País e a revelação de que as transações suspeitas de Queiroz não se limitam ao valor de R$ 1,2 milhão em um ano, mas sim R$ 7 milhões em três anos, além de 48 depósitos fracionados na conta de Flávio Bolsonaro.

LEO JAIME CONDENA SILÊNCIO DE MORO SOBRE ESCÂNDALO DOS BOLSONARO

Reprodução: <p>Leo Jaime</p>
247 - O ator, cantor e compositor Leo Jaime foi mais uma das pessoas públicas a se espantar com o silêncio do agora 'superministro' Sergio Moro - antes arauto da moralidade, quando comandava a Lava Jato - sobre o escândalo da família Bolsonaro. 
"Poucas coisas conseguem ser mais eloquentes do que o silêncio do superministro Moro", postou Leo Jaime em sua conta no Twitter neste fim de semana. Outros a cobrarem uma atitude de Moro foram o Youtuber Felipe Neto, além de políticos como Cristovam Buarque e o cientista político Luis Felipe Miguel

Antes 'grilo falante', presidente interino prefere se recolher

'MORO JÁ NÃO SABE O QUE FAZER COM O MONSTRO CORRUPTO QUE CRIOU'


247 - A jurista Carol Proner, doutora em Direito Internacional e professora da UFRJ, diz que Sergio Moro, "ex juiz justiceiro" que "conduziu mal a maior operação contra a corrupção do País", a Lava Jato, "agora já não sabe o que fazer com o monstro corrupto que criou". No cargo de ministro da Justiça, Moro escolheu ficar em silêncio sobre o escândalo que atinge em cheio a família Bolsonaro, diferente de quando agia contra o ex-presidente Lula, que condenou e mandou prender sem provas.
"Existem muitos responsáveis por esse Brasil irrespirável, mas alguns são mais determinantes que outros", escreve ainda Carol Proner, que também é fundadora da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia), em postagem em seu Facebook. Leia abaixo:

Setores da extrema-direita já pedem renúncia de Bolsonaro ou pelo menos sua licença

Até Arthur do Val, o Arthur Mamãe Falei (DEM-SP), youtuber e deputado estadual eleito em 2018 ligado ao MBL (Movimento Brasil Livre) já pede a renúncia de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), senador eleito enrolado até o pescoço com indícios de movimentações financeiras suspeitas. "É urgente q Flávio Bolsonaro tome a única atitude honrosa possível: RENUNCIE ou, no mínimo, se licencie e vá cuidar de sua defesa", retuitou do perfil @o_colecionador o youtuber que ficou famoso criticando e ridicularizando a esquerda.

É urgente q Flávio Bolsonaro tome a única atitude honrosa possível:
RENUNCIE ou, no mínimo, se licencie e vá cuidar de sua defesa.

Óbvio q há forças interessadas em usar esse caso para PARALISAR o governo - e o governo não é dele, nem da família dele.


General enquadra filhos de Bolsonaro e expõe insatisfação de militares


Num tuíte publicado na noite deste domingo 20, o general Paulo Chagas, que disputou o governo do Distrito Federal, começou a vocalizar a crescente insatisfação dos militares com a conduta dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.
"O Brasil não é uma Monarquia e a Família Bolsonaro não é a Família Imperial. Os filhos do Presidente não são Príncipes Herdeiros. Temos que separar as coisas. Filhos são filhos, políticos são políticos. Não são herdeiros da "Cadeira Presidencial", nem membros do governo", disparou.
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Flávio Bolsonaro comprou mais de R$ 4 milhões em imóveis no período em que Queiroz movimentou 7 milhões


Depois de afirmar em entrevista que os valores movimentados em sua conta foram oriundos de transações com imóveis, veio à tona a informação de que o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) negociou dois apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, no valor de R$ 4,2 milhões, entre os anos de 2014 e 2017. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, em parte das transações, o valor declarado pelos compradores e vendedores é menor do que o valor usado pela prefeitura para cobrança de impostos.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "o período da aquisição dos imóveis pelo filho de Jair Bolsonaro é o mesmo em que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) teria detectado movimentação de R$ 7 milhões nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, segundo reportagem do jornal O Globo publicada neste domingo (20)."

E acrescenta: "de acordo com os documentos obtidos em cartórios, Flávio registrou em junho de 2017 a quitação de uma dívida com a Caixa no valor aproximado de R$ 1 milhão para aquisição de um dos apartamentos que comprou, no bairro das Laranjeiras. Segundo dados de uma das escrituras, o débito foi pago em 29 de junho daquele ano."

O jornal ainda fornece a seguinte informação: "ele se desfez do bem em 2017, quando fez uma permuta, recebendo em troca uma sala comercial na Barra da Tijuca e um apartamento em na Urca, além de R$ 600 mil em dinheiro —sendo R$ 50 mil em cheque e R$ 550 mil sem descrição da forma de pagamento— para completar o negócio. Na escritura, o imóvel dado por ele tinha passado a valer R$ 2,4 milhões."

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CONFIRA A REPORTAGEM QUE TRITUROU FLÁVIO BOLSONARO

:
Por Fernando Brito, editor do Tijolaço – Flávio Bolsonaro vai explicar? Difícil, depois dos detalhes dos 48 depósitos “a jato” e em dinheiro feitos em poucos minutos em sua conta. Assista a reportagem de cinco minutos do Jornal Nacional. Flávio vai entrar no Senado como um fantasma, depois desta. Confira o vídeo:

A DIFERENÇA ENTRE OS BOLSONAROS, LULA E OUTROS EX-PRESIDENTES


Por Marcelo Auler, do Jornalistas pela Democracia, em seu Blog - Não restam dúvidas que a, no mínimo mal articulada, jurídica e politicamente, Reclamação (Rcl. 32989) que a defesa do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) provocou incontáveis prejuízos não apenas ao próprio, mas em especial ao chamado capital político de todo o clã, à frente o pai, o capitão da reserva Jair Bolsonaro, hoje presidente da República.
Como adiantou, na sexta-feira (18/01), o ministro Marco Aurélio Mello, que assumirá o processo como relator, a decisão de Luiz Fux acatando o pedido de paralisação das investigações pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) sobre as movimentações bancárias atípicas de Fabrício José Carlos de Queiroz, irá, nas suas próprias palavras, “para a lata do lixo”.
Ou seja, Flávio Bolsonaro além de não ter alcançado seu objetivo processual, tornou-se uma espécie de “réu confesso”, com “culpa no cartório”. Mais ainda: publicamente mostrou-se “amedrontado”.
Não é para menos. Melhor do que ninguém, sabia de antemão dos depósitos atípicos e suspeitos de ilegalidade em sua conta, que começaram a vir a público a partir de um “providencial” vazamento, na edição de sexta-feira do Jornal Nacional.
Há, porém, prejuízos políticos graves. Muitos já apontados não apenas pelos opositores, mas também pelos próprios apoiadores e defensores da claque que se apoderou do poder, em uma eleição – não se deve esquecer – altamente suspeita pelo uso indevido de Fake News. O maior desses prejuízos, contudo, ainda não explicitado diretamente, aos poucos será realçado, para desespero dos bolsomitos.
Já se mostrou que, ao tentar interferir em uma investigação criminal, seja lá por qual motivo for, os Bolsonaros conseguiram, em apenas 15 dias de governo, derrubar o discurso de que vieram para combater toda e qualquer corrupção e para por um fim na velha impunidade. Foi por águas abaixo também a promessa de fazer valer a lei para todos. Prejuízo esse já contabilizado.
Mais grave, entretanto, é que, através do primogênito do clã, deram demonstração prática de uma grande diferença para com os políticos – por eles sempre criticados, ainda que com ênfase diferente – que passaram pela Presidência da República nos últimos anos. Entre eles, José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, o próprio Michel Temer e, notadamente, aquele que elegeram como seu maior inimigo, o petista Luiz Inácio Lula da Silva. São, na visão dos bolsomitos, políticos tradicionais que o novo governo enterraria de vez.
Todos esses quatro ex-presidentes, porém, como citou a Folha de S.Paulo na tarde de sexta feira (18/01) em Relembre as investigações envolvendo filhos de presidentes da República, viram seus filhos acusados de irregularidades sofrerem pesadas investigações. O que a Folha não realçou é que nenhum dos quatro, contudo, pelo menos publicamente, recorreu ao subterfúgio de tentar paralisar o trabalho dos investigadores. Tal como Flávio Bolsonaro fez agora.
Lula, o inimigo: diferença marcante – Notadamente aquele que os Bolsonaros e seus seguidores em geral elegeram como maior rival, o ex-presidente Lula, atualmente preso por crime não comprovado e em consequência de julgamento altamente questionável, logo, suspeito. Julgamento, cabe lembrar, inicialmente presidido e depois sobre fortes influências do hoje ministro da Justiça dos Bolsonaros, o ex-juiz Sérgio Moro.
Lula viu as vidas de seus filhos, Fábio Luís e Luís Cláudio da Silva, serem totalmente vasculhadas. Na verdade, toda a sua família sofreu junto com as investidas policiais, devidamente incentivadas e aplaudidas pela mídia. Muitas das vezes com ilegalidades acobertadas pela omissão de tribunais superiores.
Relembrando: presenciou a sua casa invadida e até o colchão de sua cama revirado. Foi conduzido coercitivamente sem motivos. Em outro flagrante desrespeito à lei, assistiu nos jornais da TV conversas telefônicas suas com a presidente Dilma Rousseff, assim como da mulher Marisa com o filho. Todas reproduzidas com estardalhaço. Vivendo sobre pressão, a esposa sofreu um AVC e faleceu, depois de dias internada.
Pode-se até alegar que a defesa do ex-presidente petista abarrotou os tribunais superiores de recursos na tentativa de melhorar a situação do cliente, cujo fim já estaria previamente determinado, como citam mais de 120 juristas no famoso livro Comentários sobre uma sentença anunciada: o processo Lula.
Houve sim, tentativas de deslocar processos alegando-se falta de isenção do juízo, o que hoje parece ter ficado cristalino. Não há, porém, ao longo de todo este tempo, nenhuma informação de tentativa de se impedir uma investigação. Fosse a benefício do próprio ou de seus filhos e parentes. Ainda como presidente, só soube da busca e apreensão na casa de seu irmão quando ela ocorria.
Antes pelo contrário, nos mais diversos setores da sociedade e da própria vida política brasileira, incluindo-se autoridades responsáveis pelos órgãos de fiscalização e investigação do governo federal, e no próprio Judiciário, há um reconhecimento geral de que foram nas suas duas gestões como presidentes que ocorreram os maiores investimentos e modernizações nestes mesmos órgãos fiscalizadores. Notadamente a Polícia Federal.

Haddad questiona o patrimônio dos Bolsonaro

PC FARIAS CHEGOU ANTES DA HORA E BOLSONARO PODE SER FUGAZ


IGO ESTRELA
Brito
Por Fernando Brito, editor do Tijolaço – Nas redes sociais bolsonaristas, periferia do esquema em que se sustenta o atual presidente, a bomba que o Jornal Nacional detonou ontem – com os 48 depósitos sequenciais, em rajadas de poucos minutos, na conta de Flávio Bolsonaro – teve o efeito da Operação  Choque e Pavor,desfechada pelos EUA contra o Iraque, em 2003.
As labaredas são visíveis na internet, em várias tonalidades: desde os “arrependidos”, passando pelos “decepcionados” e pelos “atônitos”, até os que bradam contra o “Grande Satã” global, atribuindo tudo a uma trama urdida no Jardim Botânico.
As estruturas do governo não foram atingidas, o líder não foi  diretamente alcançado, mas os efeitos políticos são evidentes: desapareceu a garantia de que a casamata do bolsonarismo era invulnerável e que garantia proteção absoluta contra os mísseis da mídia e as tropas do Ministério Público.
Mais que danos diretos, o estrago principal foi que o episódio faz com que, exceto os kamikaze, os mais prudentes tiveram a devida sinalização a manterem-se longe do bunker familiar de Bolsonaro, depois de aberta a imensa rachadura de ontem.
É inevitável que, nos cenários estratégicos de gente acostumada a imaginá-los a opção “Bolsonaro Fugaz” tenha subido alguns lugares na lista de situações possíveis ou prováveis. Só quem delira ao acreditar que Jair Bolsonaro ascendeu à Presidência sozinho, por seus méritos e talentos, pode acreditar que não há núcleos de poder, econômicos, militares e políticos que não o encaram como líder, mas como ferramenta.
Com a companhia luxuosa, claro, dos que viram nele uma escada confortável para suas próprias ambições, na qual tivesse o trampolim para seus vôos futuros, como é o caso de Sérgio Moro.
Nestas áreas, as chamas não são visíveis, nem muito se ouvirá, no início, do crepitar das contestações. Mas o braseiro está aceso e as pressões para que se faça logo o que se esperava ao levar Bolsonaro ao Planalto vão se acentuar, a começar pela reforma da Previdência.
Esta turma, que sabe muito bem como manipular os cordéis do poder sempre esperou pela chegada de um PC Farias, um personagem rastaquera que exibisse a lama de onde fizeram brotar o seu controle político sobre o país.
Esperava, mas não contava com que viesse tão cedo.
Antes da hora.

Globo quer derrubar Bolsonaro antes que Bolsonaro derrube Globo


Por Alex Solnik, colunista do 247 e membro do Jornalistas pela DemocraciaBolsonaro fez a escolha errada ao declarar guerra à Globo logo no início do governo, ameaçando limar as milionárias verbas publicitárias e o famoso BV. Não se cutuca onça com vara curta. Bolsonaro tem nem um mês como presidente e a Globo tem know-how de fazer e derrubar presidentes há 53 anos.
A família Marinho não tem mais a mesma inserção política dos tempos do dr. Roberto, que convivia com os donos do poder, mas, por uma questão de sobrevivência não terá outra opção senão partir para cima de Bolsonaro.
Ou ela derruba – ou ao menos enfraquece - Bolsonaro antes que ele se torne o rei do Brasil ou Bolsonaro derruba a Globo com a ajuda da Record, do SBT e principalmente da CNN Brasil.
Essa, por sinal, foi a terceira cutucada na onça. Como sabem os que conhecem o mundo animal, uma onça acuada é muito mais perigosa.
(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

E AGORA, MORO? E AGORA, DELTAN? VAI TER PROTESTO?


: <p>pimenta moro dallagnol</p>


247 -O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), cobrou neste sábado 19, pelo Twitter, o ex-juiz federal e agora ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol sobre o escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz. O deputado também publicou que "a missão dos Bolsonaro é varrer a corrupção... para debaixo do tapete".
Novo trecho do relatório do Coaf aponta que o senador eleito Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos em sua conta, somando R$ 98 mil, conforme denúncia do Jornal Nacional. Anteriormente, o órgão já havia colocado suspeita em transações financeiras de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, no valor de R$ 1,2 milhão movimentados em um ano. 

"E agora, superministro Moro? E agora @deltanmd? Vai ter protesto contra a família que você ajudou a colocar no governo?", questionou Pimenta na rede social. Quando no comando da Lava Jato, a atuação de Moro e Dallagnol foi de crítica e investigação com foco claro contra o PT.
Dallagnol criticou essa semana a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre o caso Queiroz, a pedido de Flávio Bolsonaro. O filho de Jair Bolsonaro esteve neste sábado durante toda a manhã e o início da tarde no Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente.

REINALDO DIZ QUE SITUAÇÃO DE FLÁVIO É DESESPERADORA E COBRA MORO


: <p>reinaldo azevedo moro</p>

247 - O jornalista Reinaldo Azevedo cobra o ministro da Justiça e ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro sobre o escândalo do Bolsogate, que segundo ele "atinge o cerne do discurso moralista do Bolsonarismo". "Este é o governo que tem como ministro da Justiça ninguém menos do que Sérgio Moro, o paladino da luta contra a corrupção", lembra.
"Mesmo que esse imbróglio todo vá para baixo do tapete — e tenho certa curiosidade de saber como o Ministério Público agasalharia esse ônus sem se desmoralizar —, o episódio vai fazer sombra mais na reputação de Moro do que na de seu chefe, o pai de Flávio", escreve o comentarista em seu blog.
Reinaldo Azevedo afirma que "a situação de Flávio estava ruim", mas que após a nova denúncia do Jornal Nacional nesta sexta-feira 18, "é moralmente desesperadora".

MORO ERA JUSTICEIRO E VIROU CÚMPLICE DE BANDIDO


: <p>luis miguel moro</p>
247 - O professor e cientista político Luis Felipe Miguel resumiu a biografia de Sergio Moro em seu Twitter neste sábado 19. "Já está claro que a história de um certo juiz de piso paranaense pode ser escrita em uma única frase: 'Dentro de cada falso justiceiro mora um cúmplice de bandido'", postou.
As críticas a Moro têm sido frequentes e intensas, partindo não só da esquerda. De arauto da moralidade, quando era juiz federal e comandava a Operação Lava Jato, prendendo com base em delações premiadas até chegar ao ex-presidente Lula, a integrante de um governo envolvido em escândalos, sobre o qual sequer consegue dar declarações.


Já está claro que a história de um certo juiz de piso paranaense pode ser escrita em uma única frase: “Dentro de cada falso justiceiro mora um cúmplice de bandido”.
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NESTE DOMINGO, (20), HAVERÁ GRANDE SHOW DE VIOLA NO BAR DE BAL, EM BOM JARDIM - PE

Dino enquadra Dallagnol: um absurdo escândalo e nada de PowerPoint

WADIH PÕE MORO CONTRA A PAREDE: ASSUME SER CÍNICO OU DENUNCIA O CLÃ


: <p>wadih moro</p>


247 - O advogado e ex-deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) colocou o ex-juiz e agora ministro da Justiça Sergio Moro contra a parede diante do escândalo envolvendo a família Bolsonaro. 
"Moro, a corrupção mora ao lado e você não tem outra saída. Ou assume que é um cínico que usou um suposto combate à corrupção para permitir a vitória de Bolsonaro ou prove que falava sério e denuncie o clã de seu patrão. Lembre o velho ditado: diz-me com que andas e te direi quem és", publicou no Twitter.

Moro não tem dado declarações sobre o caso Bolsogate, que só tem ampliado com novas revelações feitas pelo Jornal Nacional.

Moro,a corrupção mora ao lado e você não tem outra saída.Ou assume que é um cinico que usou um suposto combate à corrupção para permitir a vitória de Bolsonaro.Ou prove que falava sério e denuncie o clã de seu patrão.Lembre o velho ditado: diz-me com que andas e te direi quem és
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FOI MORO QUEM VAZOU PARA O JN FERRAR O BOLSONARO? Quem morre primeiro: Bolsonaro, a Globo ou o... Moro?

O jornal nacional disparou 24 minutos de metralhadora AK-47 no peito do Bolsonaro.
O jn teve acesso a devastadores documentos do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), subordinado desde 2/I/2019 ao Ministério da Justiça do Ministro Sergio Moro.
(Assista aqui à reportagem do COAF).
Segundo o COAF do jornal nacional, Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, recebeu em sua conta bancária 48 depósitos EM DINHEIRO (EM DINHEIRO), sempre no valor de R$ 2 mil, numa agência que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio.
(Ele se elegeu senador em 2018.)
No total, segundo o documento do COAF de Moro, R$ 96 mil foram depositados em cinco dias.
A reportagem indesmentível do jn imediatamente instalou-se no PiG: no Globo, é claro, na Fel-lha e no Estadão (que, por sinal, tem também uma outra denúncia contra o senador Bolsonaro, oriunda do mesmo COAF do Moro), como demonstra essa ilustração:
Trata-se de uma declaração formal de guerra.
A Globo quer derrubar o Bolsonaro.
Ela não faria isso em nome de um princípio que jamais respeitou, a liberdade de expressão múltipla.
Como disse seu fundador, o Dr Roberto, ao Boni:
- Isso aqui é uma usina de poder, não é um circo.
Bolsonaro já disse que pretende destruir a Globo em seus alicerces: com o fim do Bônus por Volume e a a revisão da publicidade oficial.
Ele não precisou da Globo para se eleger.
A Globo não tem alternativa.
Se correr, o novo mundo da internet pega ela: o Google vai googlar a Globo.
Se ficar, os bolsonários matam ela de fome.
Porém, nessa batalha tem um outro agente de poder: o Moro!
Moro tem posse e porte de arma!
Moro é um vazador contumaz, confesso e disso se vangloria.
Vazar documentos sigilosos foi a arma que ele e a Globo usaram para destruir o PT, prender o Lula, desmoralizar a Política, derrubar a Dilma, uma presidenta honesta, e fechar a indústria nacional com o desemprego de um milhão de trabalhadores honestos.
No dia seguinte à posse, Bolsonaro realizou o maior desejo do Moro: tirou o COAF do Ministério do Primata do tal neolibelismo e entregou ao Moro.
Quem vaza para o jn os documentos do COAF que atiram no peito do Bolsonaro?
O primeiro suspeito é o Moro!
Com essa formal declaração de guerra do jornal nacional ao Bolsonaro (e seus filhos e motoristas), o amigo navegante assistirá ao patético espetáculo conhecido como o "envernizamento de biografia".
Golpistas velhos de guerra, mírians, ataulphos, cameis, gasparis e a turma toda da GloboMews agora vão pular o muro da vergonha e esculhambar o Bolsonaro em nome da Moralidade, dos Costumes e da Democracia!
Como diz o Mino Carta, no Brasil, os jornalistas são piores que os patrões.
PHA