DIREITOS HUMANOS ENTRAM EM CHOQUE COM GENERAL NO PALÁCIO! Governo não pode meter o nariz onde não tem dinheiro público!


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Vivanco: ninguém toca no meu celular! (Reprodução/HRW)
Conversa Afiada reproduz constrangedor depoimento de membro da Human Rights Watch, organização respeitada mundialmente, com um general no Palácio do Planalto, segundo Lauro Jardim, no Globo:

Foi tensa a reunião de representantes da Human Rights Watch na América Latina e no Brasil com o ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo, na segunda-feira, no Palácio do Planalto. Santos Cruz recebeu três representantes da organização, uma das mais respeitadas no monitoramento do respeito aos direitos humanos no mundo, entre elas o chileno Jose Miguel Vivanco (foto), diretor para Américas.

O primeiro problema ocorreu quando, ao chegar à sala de Santos Cruz, Vivanco e a comitiva receberam o pedido de deixar seus celulares numa antessala, para não entrarem com os equipamentos. Segundo Vivanco, o chefe de gabinete do ministro estava irritado e insistiu que "essas eram as novas regras".

Apoio a Bolsonaro DESPENCA como previsto

Só quem não entende NADA de política não sabia que era questão de MUITO POUCO TEMPO para a aprovação de Bolsonaro VIRAR PÓ. E virou. Ele já tem a PIOR APROVAÇÃO de um presidente no primeiro mês de mandato. E perde de lavada de LULA no primeiro mês de seu governo. A queda de Bolsonaro em relação à expectativa de seu governo é GIGANTESCA.
Segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria em dezembro do ano passado, 75 por cento dos brasileiros acreditavam que o então presidente eleito, Jair Bolsonaro, estava “no caminho certo”, enquanto apenas 14 por cento achavam que ele e seus indicados estavam no “caminho errado”.


Quem entende do traçado, ou seja, de política, já sabia que se tratava de uma espécie de histeria coletiva que estava gerando aquele número. Os brasileiros foram tomados por uma perigosíssima ilusão de que os excessos retóricos (verbais) de Bolsonaro poderiam melhorar a vida da população.
Sejam bem-vindos ao mundo real, eleitores de Bolsonaro, no qual problemas do país só podem ser resolvidos com medidas concretas, com inteligência e com criatividade, não com xingamentos e perseguições contra adversários políticos.
Mas como tudo que Bolsonaro faz desde que entrou na política, há 27 anos, é xingar tudo e todos, espalhar preconceitos e cometer loucuras como entregar armas de fogo indiscriminadamente a qualquer um – isso sem falar no escândalo de corrupção em que ele e a família se meteram –, já neste mês, às vésperas da posse, o apoio a ele DESPENCOU.
Se em dezembro 75% apoiavam Bolsonaro, na véspera da posse esse apoio caiu a 65% – uma queda de incríveis DEZ PONTOS PERCENTUAIS –, segundo pesquisa Datafolha divulgada em 1º de janeiro.

Agora, porém, a coisa complicou de vez.
Como já foi dito várias vezes neste espaço, o eleitor de Bolsonaro, do mais rico (e são muitos) ao mais pobre, votou com o intestino. Fechou os olhos para tudo e votou com ódio do PT e não porque acreditava no fascista que hoje nos governa a todos. Assim sendo, só agora essas pessoas começam a tomar conhecimento das loucuras que ele pretende implementar no país.
Redução de direitos trabalhistas, privatizações, liberação geral de armas de fogo, reforma da Previdência… Todos os planos de Bolsonaro são amplamente repudiados pela população, conforme pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira
A agenda de Bolsonaro está longe de coincidir com o que pensa o brasileiro sobre temas como posse de armas, privatizações, licenciamento ambiental e escola sem partido, entre outros.
No conjunto, a pauta do governo está descolada da opinião pública, conforme análise de Mauro Paulino e Alessandro Janoni, diretores do Instituto Datafolha, a partir do resultado de uma série de questões apresentada aos brasileiros em pesquisa realizada em dezembro.
Não é de espantar, portanto, que pesquisa da XP Investimentos encomendada ao Instituto Ipespe tenha revelado o TOMBO gigante da avaliação do novo presidente em relação às expectativas de dezembro e janeiro.
A comparação com o número mais recente, na véspera da posse, é de incríveis 25 pontos percentuais – 35 pontos se a comparação for com dezembro. Bolsonaro tem 40 por cento de avaliação ótima ou boa e 20 por cento de ruim ou péssima no início do mandato, de acordo com pesquisa XP Ipespe divulgada nesta quinta-feira.
A causa é o susto que a maioria do eleitorado estupidificado de Bolsonaro está tomando ao saber das asnices que ele propõe, como espalhar armas pelo país para “conter a violência” (??!!)
A comparação com o governo Lula é impressionante. Em seu primeiro mês, Lula tinha uma aprovação de 51% e uma reprovação de cerca menos de 10 pontos percentuais
Não havia nenhuma dúvida de que o apoio a Bolsonaro começaria a cair rapidamente após a posse. A masturbação ideológica antipetista que ele usa pra distrair os patetas que o defendem na internet não vai pagar as contas do povo ou colocar comida em sua mesa.
Agora é só esperar que o povo vai aprender uma lição por ter elegido esse idiota. E vai aprender que eleição é coisa séria e, assim, não dá para votar como quem torce para um time de futebol. Ao fim e ao cabo de tudo isso, a eleição de Bolsonaro vai servir para um importante amadurecimento político do povo, que, se não aprende pelo amor, vai aprender pela dor. Confira a matéria em vídeo

O Brasil explodiu por dentro!

EDITORIAL DA FEL-LHA: CANETADA DO FUX É INEXPLICÁVEL! Ou é explicável?


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Conversa Afiada reproduz editorial da Fel-lha sobre decisão "inexplicável" do minixtro Luiz Moradia Fux de abafar a investigação de provas "enfáticas e documentadas":

Causou enorme perplexidade a decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, de suspender a investigação sobre as atividades de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Queiroz, como se sabe, foi identificado em relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) como responsável por movimentações financeiras no valor de R$ 1,2 milhão —incompatível com seu patrimônio e ocupação profissional no ano analisado.

Foram 176 saques em espécie de sua conta (cinco deles no mesmo dia) num total de mais de R$ 300 mil. Houve repasses de oito funcionários ou ex-funcionários ligados ao gabinete do então deputado estadual. A mulher e duas filhas do ex-assessor são citadas no relatório, que registra, ainda, depósito de R$ 24 mil em favor da atual primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Uma das filhas, Nathalia, trabalhou para Flávio antes de ser contratada pelo gabinete de Jair Bolsonaro, na época deputado federal pelo PSC. Como revelou esta Folha, ela atuava como personal trainer no mesmo período.

Quanto ao dinheiro recebido por Michelle, Bolsonaro alegou, ainda antes da posse, que seria parte de pagamento de um empréstimo por ele concedido a Queiroz, seu amigo pessoal e colega de pescaria.

Até aqui, tanto o ex-assessor, por declarados problemas de saúde, quanto Flávio se esquivaram de prestar esclarecimentos.

As evidências de irregularidades são enfáticas e documentadas. Demandam apuração por parte das instâncias competentes. A decisão de Fux, contudo, mesmo que transitória, foi em sentido contrário. O ministro acatou pedido da defesa para que se aguarde o início da nova legislatura, em fevereiro, quando Flávio contará com a prerrogativa de foro dos senadores. Os advogados pretendem ainda que se considerem ilegais as provas colhidas.

SATIAGRAHA: FUX É REINCIDENTE. Castelo de Areia dos tucanos também morreu assim


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A estarrecedora decisão do Minixtro Luz Moradia Fux mereceu severo editorial da Fel-lha e críticas até da Janaina Paschoal, musa e cérebro do Golpe dos canalhas e canalhas.
O PiG se lembra, agora, de como a Operação Castelo de Areia, sob a liderança do destemido Juiz Fausto Martin De Sanctis, ruiu com peripécias jurídicas do tipo que o Minixtro Moradia aplicou agora ao filho do Bolsonaro.
De Sanctis tinha capturado com a mão na botija tucanos de gordo papo, como o Aloysio 500 mil.
E por isso esfarelou-se nas Instâncias Superiores...
Mas, o PiG não relaciona entre as operações provisoriamente esfareladas a mais importante delas, a Satiagraha em que o mesmo destemido De Sanctis pegou com a mão na maior de todas as botijas o mais gordo dos tucanos gordos, o ínclito banqueiro.
O PiG também omite que foi no Çupremo do Ministrário Gilmar Mendes que o banqueiro ínclito se livrou da cadeia, por duas vezes, num espaço record de 48 horas, graças a dois HCs do tipo Canguru.
Como não se cansa de registrar esse Conversa Afiada - que se orgulha de ser processado por quem o processa ... - o Ministrário soltou o ínclito mesmo depois de o jornal nacional mostrarque o ínclito tinha subornado um agente federal.
O PiG nutre a (inútil?) esperança de o Supremo, um dia, desfazer o que Moradia Fux fez.
Conversa Afiada tem suas dúvidas sobre a matéria.
Porque desconfia de quem esteja por trás e pela frente do valoroso Fux.
E por isso mesmo considera que o Queiroz vai continuar a vender laranja, por muito tempo, assim que se recuperar das sucessivas cirurgias a que se submete naquele hospital do SUS em São Paulo, o Alberto Ainstain.
O Minixtro Moradia Fux foi quem, monocraticamente, sepultou - provisoriamente - a Satiagraha.
Como se sabe, a Satiagraha está vivíssima e renascerá como uma fênix!
Em tempo: foro do STF é "um escudo para corruptos", disse Sérgio Moro, em abril de 2018.
Em tempo2: de Marcelo Bretas, em março de 2018: o foro do STF é o que "segura a corrupção".
PHA

Ação na Justiça quer derrubar mamata do filho de Mourão no Banco do Brasil



A coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha, informa que uma ação popular pede que a Justiça barre a nomeação de Antônio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, à assessoria especial do presidente do Banco do Brasil (BB). A ação, protocolada na terça (15), será julgada pela 7ª Vara da Fazenda Pública do DF.

De acordo com a publicação, o documento alega que existe “correlação direta entre a nomeação” com ascensão de Mourão ao cargo de vice e afirma que houve nepotismo, já que o vice “exerce incontestável ascendência sobre a presidência do Banco do Brasil”.

O BB afirma que a “nomeação atende aos critérios previstos na legislação e nas normas internas do banco”, finaliza a publicação.

A associação de funcionários do Banco do Brasil está revoltada com a nomeação. Além de não ter qualificação técnica para o cargo, o filho de Mourão pulou 8 posições na hierarquia do banco.

Gisele Bundchen, brasileira mais conhecida no mundo e embaixadora da ONU, humilha ministra de Bolsonaro


Depois de responder indiretamente nas redes sociais aos ataques que sofreu da ministra da Agricultura, Gisele Bündchen, a brasileira mais conhecida e prestigiada no mundo (ao lado de Lula) mandou uma carta nesta quarta-feira (16) para Tereza Cristina (DEM) na qual responde às críticas. Na segunda-feira, a ministra atacara Gisele, acusando-a criticar o Brasil "sem conhecimento de causa" e dizendo que ela integra o grupo de "maus brasileiros" que se insurgem contra a política ambiental que prevalece no país desde o golpe. Embaixadora da Boa Vontade da ONU para o Meio Ambiente, indicou na carta que a ministra não tem a menor ideia de seu conhecimento e importância no cenário global. O texto é desmoralizante para Tereza Cristina e o bolsonarismo, pois revela que o atual governo está completamente alheio ao que acontece no mundo.
Escreveu Gisele: "Desde 2006 venho apoiando projetos e me envolvendo com causas socioambientais no Brasil (através da doação de parte da renda da venda de produtos licenciados com meu nome a diversos projetos relacionados à água e florestas até o apoio e realização de projeto de reflorestamento de mata ciliar na minha cidade natal). Já visitei a Amazônia algumas vezes e conheci de perto a realidade da região norte de nosso país. Em decorrência do meu trabalho relacionado ao meio ambiente fui convidada para ser Embaixadora da Boa Vontade da ONU para o Meio Ambiente e também pelo presidente da França para participar do lançamento do Pacto Global para o Meio Ambiente na Assembleia Geral da ONU nos Estados Unidos, além de ter participado de inúmeros encontros com presidentes de empresas, universidades, cientistas, pesquisadores, agricultores e organizações do meio ambiente, onde pude trocar informações e aprender cada vez mais sobre como cuidar do nosso planeta." 

No texto, Gisele demarca distância com os interesses representados pela ministra, os dos ruralistas, grande proprietários de terras, e sua trajetória pessoal e familiar: "Sou uma apaixonada pela natureza e tenho uma conexão muito forte com a terra. Nasci no interior do Brasil, onde a agricultura sempre foi fundamental para a economia e desenvolvimento de todos os municípios do entorno. Meus avós também praticavam agricultura familiar".

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Leia a íntegra da carta de Gisele Bündchen

Haddad ironiza suspensão de processo de Queiroz a pedido de Flávio Bolsonaro: ’Flávio deu uma fraquejada’



O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que foi candidato do PT à Presidência da República, criticou por meio das suas redes sociais a decisão tomada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux de suspender a investigação criminal do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) sobre as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Na postagem, Haddad diz que "O Jr. deu uma fraquejada", referindo-se a Flávio e a uma declaração antiga do agora presidente Jair Bolsonaro (PSL), de que após ter quatro filhos homens, havia dado uma "fraquejada" com o nascimento de sua quinta filha, uma menina.

Fux, que é vice-presidente do STF e responde por todos os processos durante o plantão judiciário, atendeu a uma reclamação de Flávio Bolsonaro, mas os argumentos não foram divulgados porque o caso corre em sigilo. A suspensão ficará mantida até uma nova análise pelo relator do caso na corte, ministro Marco Aurélio Mello. Ele e os demais ministros retornam do recesso no dia 1º de fevereiro.

Além de Haddad, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, também demonstrou indignação com a decisão de Fux, comparando o caso com o das acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso desde abril do ano passado em Curitiba. "Os pesos e medidas são muito diferentes. Para Lula, basta convicção, para os Bolsonaros nem documento público é considerado", disse no Twitter.

O coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos, que foi candidato do PSOL à Presidência, também se manifestou, relembrando a frase polêmica dada pelo irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, de que bastaria "um cabo e um soldado" para fechar o STF.

Jurista renomado diz que decisão de Fux é inaceitável; Queiroz não tem foro privilegiado


Erick Julio (Agência PT de Notícias) - A liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, desta quinta-feira (17), que suspendeu as investigações criminais contra Fabrício Queiroz, ex-motorista do futuro senador Flávio Bolsonaro, é questionável juridicamente. Quem aponta é o jurista e professor de Direito Constitucional Pedro Serrano que lembrou que nem o futuro parlamentar do Senado Federal, nem o ex-assessor possuem foro privilegiado.

“A posição do ministro, sob ponto de vista jurídico, é indefensável. A fundamentação dele me parece equivocada porque o foro privilegiado só ocorre a partir da investidura no cargo, a partir do exercício do mandato”, disse Serrano ao explicar que o filho de Jair Bolsonaro (PSL) ainda não possui a prerrogativa do cargo de senador.
Reportagem do jornal Estadão revelou que, apesar de não ser formalmente investigado, Flávio Bolsonaro alegou, no pedido liminar que fez ao STF na quarta-feira (16), que vai ganhar o foro perante a Corte, já que vai assumir o mandato de senador no dia 1º de fevereiro. Para o Serrano, no entanto, a decisão de Fux contraria o entendimento do próprio STF, ao qual ele também foi favorável, que em maio de 2018 decidiu que o foro privilegiado ficou restrito a senadores e deputados federais.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, ocupa atualmente o cargo de deputado estadual no Rio de Janeiro. “O foro visa proteger o mandato e não a pessoa. Se o mandato [de senador] não se iniciou, a pessoa ainda não tem a proteção do foro privilegiado”, explica o jurista.

Em 2018, Moro criticou foro privilegiado e disse que era escudo contra a lei; vai comentar o caso Flávio Bolsonaro?


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Em 16 de abril de 2018, quando ainda era o responsável pelos principais casos da Operação Lava Jato em Curitiba, o então juiz federal de primeira instância Sérgio Moro afirmou em Harvard, nos EUA, que o foro privilegiado funciona como um "escudo" contra a responsabilização perante a lei, publicou o Estado de São Paulo.
À época, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiria sobre limitar o foro privilegiado de deputados federais e senadores. E Moro, em sua "cruzada contra a corrupção", ia além e defendia a aprovação de uma emenda constitucional que acabasse com o foro privilegiado de todas as autoridades, incluindo os magistrados.

Com a decisão desta quinta-feira (17) do ministro Luiz Fux, que aceitou o pedido do "investigado-confesso" Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) de suspender as investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre as movimentações financeiras de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, por ter foro privilegiado de senador eleito, será que o agora ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), pai de Flávio, mantém a opinião?

Flávio Bolsonaro, que defendia o fim do foro, certamente já mudou.

Em campanha, Jair e Flávio Bolsonaro diziam ser contra o foro privilegiado; agora ele usa o foro para barrar investigação


No mesmo dia em que o ministro Luiz Fux desmoralizou o Supremo Tribunal Federal, ao decidir liminarmente suspender as investigações contra Fabricio Queiroz, ex-assessor do deputado Flávio Bolsonaro, voltou a circular um vídeo em que Jair e Flávio Bolsonaro criticaram duramente o foro privilegiado.
Flávio permanece quieto o vídeo inteiro, apenas concordando com as afirmações do pai através de expressões faciais. Então deputado federal, Jair Bolsonaro critica a intenção de colegas a se reelegerem somente para manterem-se protegidos pelo foro privilegiado.

Bolsonaro diz que é "o único prejudicado com esse foro privilegiado", já que renunciaria ao cargo para concorrer nas eleições 2018 à presidência da República. Ele ainda diz que não quer "essa porcaria de foro privilegiado".

Também em postagem de 2017, desta vez no Twitter, Flávio criticou intenção de alteração na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do foro privilegiado que ampliaria o benefício para ex-presidentes, atingindo assim o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, Lula ainda não havia sido preso pela Operação Lava Jato e era o principal candidato do PT para concorrer na corrida presidencial de 2018.  Assista:



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Luiz Fux criou foro privilegiado antecipado: vale até antes do mandato começar



Por Luis Costa Pinto, do Jornalistas pela Democracia - Luiz Fux criou, aos 17 dias de janeiro de 2019, o "foro privilegiado ad hoc". Ou seja, o foro privilegiado destinado exclusivamente a um futuro senador ainda não empossado cuja finalidade exclusiva é protelar a investigação sobre o rachuncho (racha, rachid, divididinha) corrupto, ilegal, desonesto e sorrateiro por meio do qual o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, permitia (na melhor das hipóteses) que seu funcionário Fabrício Queiroz ficasse com a maior parte dos salários de outros funcionários de seu gabinete parlamentar e desse a esse montante - R$ 1,2 milhão no ano de 2018 - uma destinação suspeita. Ao menos R$ 24 mil foram parar, por meio de cheque, na conta da madrasta de Flávio, a senhora Michele Bolsonaro.

Punto y basta.

É disso que se trata.

Flávio Bolsonaro não podia se beneficiar do foro privilegiado concedido aos senadores uma vez que ele não é senador. E se usou o mandato futuro para obter vantagem judicial ele usurpou a delegação que o povo do Rio lhe concedeu – isso é quebra de decoro no exercício do mandato. Se ele usou o mandato futuro para reivindicar um foro que Fux lhe concedeu ilegalmente a fim de protegê-lo de eventual crime concedido antes do exercício do mandato, logo, ele mesmo está admitindo que pode responder no mandato de senador por quebra de decoro em função de crime pretérito. Certo? Quem está doido, eu ou Fux to go (o ministro que dá decisões ad hoc)?

Pedido de Flávio Bolsonaro no STF foi confissão de culpa e pode atingir o pai


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A sucessão de ’trapalhadas’ do governo Bolsonaro inclui o acionamento do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo filho do presidente e senador eleito Flávio Bolsonaro. Para um ministro do Supremo, Flávio confessou ter culpa no caso Queiroz ao acionar o STF. O magistrado ainda disse - segundo a jornalista Mônica Bergamo - que a situação de Flávio Bolsonaro se agrava, pois a confissão é a de que o envolvido é ele e não o motorista. Outros ministros afirmaram que, se a questão for aberta no STF, o presidente Jair Bolsonaro também será investigado. 

A reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo reforça a declaração do ministro - que preferiu não se identificar: "o pedido feito pelo senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) para suspender a investigação criminal sobre movimentações financeiras de seu ex-assessor Fabrício Queiroz foi considerado uma "confissão da culpa" por um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o magistrado, o caso ficou ainda mais grave e a atitude é uma confissão de que o envolvido é o senador eleito e não o motorista. O ministro Luiz Fux acatou a petição do senador nesta quinta (17)."

E ainda acrescenta: "o inquérito suspenso temporariamente foi instaurado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. São investigadas movimentações financeiras feitas por Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)."

Globo ESTRAÇALHA Bolsonaro e ’confissão de culpa’ de Flávio; assista!


Edição desta noite do Jornal Nacional exibiu longa reportagem sobre a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu as investigações sobre a movimentação suspeita de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado Flávio Bolsonaro, atendendo a pedido do próprio Flávio Bolsonaro. 

O JN lembrou lembrou que Flávio Bolsonaro não é investigado pelo Ministério Público e que o relator da ação que obteve a liminar de Luiz Fux é o ministro Marco Aurélio Mello. A reportagem da Globo lembrou também que Flávio Bolsonaro foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o caso, mas não compareceu ao Ministério Público. 

Assista a partir do minuto 53:52 (o vídeo já iniciará no instante correto):



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Funcionária que disparou fake-news ilegalmente atacando Haddad na campanha ganha carguinho no governo Bolsonaro: 11 mil por mês



A funcionária da agência de comunicação que contratou disparos em massa de mensagens de WhatApp para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PSL) foi nomeada para um cargo comissionado na Secretaria-Geral da Presidência, e deve despachar a poucos metros do presidente.

Com salário de cerca de R$ 10,3 mil, Taíse de Almeida Feijó será assessora do gabinete do secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, um dos principais articuladores da campanha. A nomeação foi feita no Diário Oficial da União na segunda-feira (14). 

Taíse trabalhou para a agência de comunicação AM4 Inteligência Digital, empresa contratada pelo PSL para a campanha de Jair Bolsonaro à Presidência. Segundo a agência, Taíse era a funcionária responsável pela contratação das mensagens enviadas por meio do WhatsApp.

Em 18 de outubro de 2018, o jornal "Folha de S.Paulo" revelou que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp. A prática é vedada pela legislação eleitoral e pode ser enquadrada como doação ilegal de empresas. O caso é alvo de investigações conduzidas pela Polícia Federal e junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 

O login de usuário para as ações da campanha estava em nome de Taíse, que atuou como gerente de projetos da AM4 por pelo menos oito anos. Em uma das listas de contatos apagadas estavam registrados pouco mais de 8.000 números de telefone.

A empresa, na época, negou que a funcionária tenha deletado o conteúdo de mensagens contratadas para a campanha do então candidato do PSL. 

"A funcionária Taíse Feijó foi quem contratou o serviço remotamente e cadastrou uma senha, mas ela afirma que não deletou nada do sistema. Se alguém fez isso, não foi a AM4 até porque não haveria nenhuma ilegalidade nesta ação", disse a empresa em nota. 

De acordo com o TSE, a AM4 recebeu R$ 650 mil para atuar na campanha de Bolsonaro. 

Thiago dos Reis ESMAGA Bolsonaro e STF: decisão de Fux é ilegal e discurso anti-corrupção é hipocrisia

No vídeo mostro como a decisão de Fux de barrar a investigação de Queiroz é ilegal, por conta de decisão do próprio STF. Pra piorar, a hipocrisia no discurso anti-corrupção dos Bolsonaro e como a mamata continua no governo.


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Luiz Fux interfere em processo e SUSPENDE investigações contra Queiroz, laranja de Bolsonaro. O STF está vendido?



O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar e suspendeu as investigações em andamento no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro sobre movimentações financeiras suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flavio Bolsonaro, que foram identificadas pelo COAF.

Fux atendeu um pedido feito pela defesa de Flávio ao STF. O ministro, que é vice-presidente do tribunal, responde pela Corte no recesso do Judiciário. A decisão vale até que o ministro Marco Aurélio, relator, analise o caso na volta do recesso.

Na semana passada, Flávio não compareceu ao MP-RJ para prestar depoimento. Com prerrogativa parlamentar, o filho de Jair Bolsonaro não estava obrigado a comparecer ao órgão, tendo o direito de reagendar o depoimento. Isso porque o artigo 221 do Código de Processo Penal prevê que os parlamentares e os juízes devem ajustar previamente o local, dia e hora para a coleta de depoimentos.

O senador eleito usou as redes sociais e se comprometeu a agendar novo dia e horário para prestar esclarecimentos e ressaltou que ainda precisava tomar ciência da integralidade do processo. O político ainda ressaltou que é testemunha no caso, ele defendeu que não é investigado.

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, ressaltou nesta semana que não precisa ouvir os depoimentos do senador eleito e de Queiroz para apresentar uma denúncia no caso e que as provas são consistentes.

“A questão toda da oitiva do Queiroz e seus familiares, do deputado Flávio Bolsonaro, nesse caso específico contribui mais para que eles apresentem a versão deles, para que eles apresentem até mesmo uma tese defensiva, porque o Ministério Público trabalha com o conjunto probatório e, acima de tudo, busca a verdade real dos fatos e, nesse processo, nesse caso específico, a prova documental é uma prova muito consistente, então, obviamente eles apresentando a versão deles através dos depoimentos vai contribuir o quanto antes para elucidar”, disse Gussem.

O relatório do Coaf apontou uma movimentação de R$ 1,2 milhão num prazo de um ano.

Fabrício Queiroz faltou duas vezes aos depoimentos, alegando problemas de saúde. As duas filhas e a mulher dele também trabalharam no gabinete de Flávio e repassaram mais de R$ 100 mil para a conta de Queiroz. Elas também explicaram a ausência, dizendo que estavam em São Paulo, para acompanhar o tratamento do ex-assessor.

Queiroz está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o mais caro do país. Não se sabe quem está pagando a conta.

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