Ao vivo: manifestação em apoio a Lula

Assista ao vivo:

STF, PGR e Moro vão perdoar novo caixa dois (propina!) para Onyx Lorenzoni?


A senadora, deputada eleita e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann pergunta à PGR (Procuradoria-Geral da República) se haverá "perdão" para Onyx Lorenzoni, uma vez que a imprensa revelou que seu crime de caixa dois foi ainda maior do que se acreditava. Ela diz: "será que a PGR vai perdoar? Teremos novo pedido de desculpas e nova manifestação dadivosa do futuro super ministro da Justiça? A gente brinca, mas é triste ver como as coisas para eles são tratadas com critérios políticos e não legais".
Onyx Lorenzoni é o virtual ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro. O contexto da declaração de Gleisi faz alusão ao perdão prévio e ao "pedido de desculpas" que, na visão seletiva do futuro ministro da justiça Sérgio Moro, podem servir como atenuantes criminais. 

Em plena perseguição e sufocamento da defesa do ex-presidente Lula, Gleisi se espanta com tamanho favorecimento institucional ao grupo político que chegou ao poder e que loteia seus cargos e ministérios de maneira indiscriminada e às barbas de toda sanha persecutória da Operação lava Jato, cujos investigados devem dominar a composição do governo, mesmo tendo o idealizador da operação como ministro. 

Veja o Twitter de Gleisi Hoffmann: 


Será que a PGR vai perdoar? Teremos novo pedido de desculpas e nova manifestação dadivosa do futuro super ministro da Justiça? A gente brinca, mas é triste ver como as coisas para eles são tratadas com critérios políticos e não legaishttps://t.co/iK4YfTVscZ via @brasil247

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Sentiu saudade? Lula aparecerá hoje pela primeira vez após prisão sem provas


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será interrogado, em Curitiba, nesta quarta-feira (14). A audiência – referente a um processo que investiga o sítio em Atibaia, propriedade de Fernando Bittar – está marcada para às 14h, no prédio da Justiça Federal. O interrogatório será conduzida pela juíza federal Gabriela Hardt. 
A reportagem do portal G1 destaca que segundo o Ministério Público Federal (MPF), "o ex-presidente recebeu propina de empresas como a OAS e a Odebrecht por meio da reforma e decoração no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP)", tese que já foi refutada por Fernando Bittar, o proprietário do imóvel. 

Segundo o portal, "Lula nega as acusações e afirma não ser o dono do imóvel", que também está no nome de sócios de um dos filhos do ex-presidente. Bittar também havia explicado em depoimento que a sociedade foi para ter o direito de comprar toda a área e não só uma parte. 

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1257 visitas - Fonte: Brasil247

Deputado evangélico admite ter comprado base ilegal de contatos da mesma agência que disparou mensagens ilegais para Bolsonaro


O deputado federal Laudívio Carvalho (PODE-MG) admitiu ao UOL que utilizou dados de 40 mil pessoas cedidos por uma agência de marketing digital para fazer disparos de mensagens via WhatsApp durante as eleições deste ano. A prática é considerada ilegal pela lei eleitoral. Esta é a primeira vez que um político admite irregularidades na utilização de mensagens via WhatsApp nas eleições deste ano.
Laudívio Carvalho é deputado federal de primeiro mandato. Neste ano, disputou a reeleição, mas não obteve sucesso e conseguiu apenas uma vaga como suplente.

A agência utilizada por ele durante a campanha foi a Quick Mobile, com sede em Belo Horizonte. De acordo com dados da Justiça Eleitoral, Laudívio pagou R$ 3.080 pelos serviços de marketing digital. Procurada, a empresa não respondeu aos questionamentos da reportagem.
A Quick Mobile é uma das empresas investigadas por suposta participação em esquema bancado por empresários para envio de mensagens via WhatsApp com conteúdo anti-PT. O caso foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo em outubro deste ano. Após a revelação da Folha, a PF (Polícia Federal) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abriram uma investigação para apurar o caso.

Campanha usou dados fornecidos por agência
Segundo o deputado, sua campanha contratou a agência durante as eleições depois de receber um portfólio nos últimos dez dias antes da realização do primeiro turno, ocorrido em 7 de outubro. A Quick Mobile Desenvolvimento e Serviços é o nome fantasia da empresa P.R Querino, que aparece na prestação de contas da campanha de Laudívio Carvalho, de acordo com os dados do TSE.

"A Quick me entregou um portfólio de serviços nos últimos 10 dias da campanha e foi neste período que conheci o trabalho deles", disse o parlamentar, por meio de mensagens enviadas via WhatsApp por sua assessoria à reportagem do UOL.

Laudívio afirmou que a agência fez um disparo de mensagens via WhatsApp para 40 mil números de telefone celular que, segundo ele, foram oferecidos à sua campanha pela Quick Mobile.

A legislação eleitoral proíbe o envio de mensagens para usuários que não tenham sido cadastrados pelo candidato, partido ou por sua coligação. Além disso, a lei veda também a comercialização de cadastros de usuários.

"Este ato é irregular e configura uma infração da legislação eleitoral", afirma o advogado, especialista em direito constitucional e eleitoral, Daniel Falcão. Ele é professor do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público).

A infração pode gerar uma multa entre R$ 5 mil e R$ 30 mil.

Deputado é membro das bancadas da bala e da Bíblia
Novato na Câmara dos Deputados, o congressista Laudívio Carvalho atuou junto às chamadas bancadas "da bala" e "da Bíblia" durante o seu mandato. Ele é radialista de profissão.

Em 2017, ele foi relator da comissão especial da Câmara que analisou o projeto de lei que revoga o Estatuto do Desarmamento e facilita a aquisição de armas de fogo no país.

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23454 visitas - Fonte: Uol

Prejuízo: em acordo com governo Lula, Noruega já deu U$ 1,1 bilhão para o Brasil preservar Amazônia; programa deve ser cortado com Bolsonaro


Brasil e Noruega firmaram um acordo em 2009 para que o país europeu fosse um dos principais doadores do Fundo Amazônia. Até 2017, foram contabilizados mais de US$ 1,1 bilhão em doações. O acordo diz, entretanto, que os aportes são condicionados à redução de gases do efeito estufa e do desmatamento.
Em dezembro do ano passado, o Fundo Amazônia recebeu uma doação de R$ 139,3 milhões do governo norueguês e uma de R$ 139,3 milhões do Banco de Desenvolvimento da Alemanha. As verbas recebidas são geridas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e aplicadas na restauração de áreas desmatadas.



As doações vieram alguns meses após uma crise política entre os governos do Brasil e da Noruega. No final de junho do ano passado, receoso com o aumento do desmatamento na floreta amazônica (que atingiu 8.000 km² em 2016, pior número desde 2008), o governo norueguês anunciou um corte nos investimentos no Fundo Amazônia. Com os planos do governo Bolsonaro, o investimento pode ser totalmente cessado. U$ 1,1 bilhão que deixarão de ser investidos no Brasil em 10 anos.

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Planilha da JBS indica que Onyx Lorenzoni recebeu o dobro de Caixa dois do que confessou; Moro já perdoou crime


Perdoado por Sérgio Moro, que será superministro da Justiça, o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, pode ter recebido um caixa dois ainda maior do que admitiu em suas campanhas eleitorais. Planilha entregue por delatores da JBS indica a entrega de mais R$ 100 mil por fora ao deputado, além dos R$ 100 mil que ele já havia admitido.
??"Uma planilha entregue por delatores da JBS à PGR (Procuradoria-Geral da República) sugere que o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), recebeu via caixa dois uma segunda doação eleitoral, por ele não admitida até agora. No ano passado, o congressista confessou ter obtido da empresa, para a campanha de 2014, R$ 100 mil não declarados à Justiça Eleitoral. O documento agora revelado mostra que ele recebeu outros R$ 100 mil em 2012. O pagamento a ’Onyx-DEM’ foi feito em 30 de agosto daquele ano, em meio às eleições municipais. Segundo os colaboradores, o dinheiro foi repassado em espécie", informa reportagem de Fábio Fabrini, publicada na Folha.
"Os dois pagamentos estão sendo investigados pela Procuradoria desde agosto, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin. A pedido da PGR, ele determinou a instauração de uma petição autônoma —espécie de apuração preliminar— sobre as suspeitas de contribuições ilegais a Onyx e mais 35 políticos", diz ainda o jornalista. Onyx não quis se pronunciar.

Questionado sobre a situação de Onyx, o juiz Sergio Moro, futuro ministro da Justiça, disse ter admiração por ele pela defesa que o deputado fez, no Congresso, das medidas anticorrupção, e lembrou que o deputado pediu desculpas.

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Lideranças e movimentos acompanham depoimento de Lula em Curitiba

Lideranças partidárias e movimentos sociais irão acompanhar o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para a próxima quarta-feira (14) em Curitiba. Esta será a primeira vez que Lula deixa a sede da Superintendência da Polícia Federal desde que foi preso em 7 de abril deste ano. O ex-presidente irá depor à juíza substituta da Lava Jato, Gabriela Hardt, sobre o processo do sítio de Atibaia.
Há sete meses, Lula tornou-se preso político após ser condenado em segunda instância no processo envolvendo um triplex na cidade do Guarujá que nunca foi dele. Sua condenação sem provas e com motivação política tem sido notícia em jornais do mundo todo. Líder nas pesquisas eleitorais, Lula foi preso a exatos seis meses da eleição. Durante o processo eleitoral, até mesmo a ONU (Organização das Nações Unidas) emitiu decisão exigindo que fosse respeitado o direito de Lula concorrer às eleições, ordem que não foi cumprida pelas autoridades brasileiras.
Reunido nesta segunda-feira (12), o Comitê Nacional Lula Livre, composto pelas frentes Brasil Popular, Povo sem Medo, Partido dos Trabalhadores e demais movimentos, informou que irá acompanhar Lula em mais esse episódio de perseguição contra o ex-presidente e seu legado.
A presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, o líder da bancada petista na Câmara, Paulo Pimenta, e lideranças de diversos movimentos sociais estarão em Curitiba para defender Lula e pedir um julgamento justo para o presidente.

TRAJANO: MORO VAI PERDOAR ONYX DE NOVO?

247 - Jornalista José Trajano questionou Sérgio Moro se ele vai perdoar novamente o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que recebeu caixa 2, de acordo com planilha entregue pela JBS, informou reportagem de Fábio Fabrini, publicada na Folha. No ano passado, o democrata admitiu ter recebido caixa 2 e, recentemente, neste ano, Moro disse em coletiva de imprensa, que o parlamentar já pediu desculpas, sinalizando que não iria investigá-lo.
"E agora? Moro vai passar o pano de novo? E o tal Onyx vai pedir perdão mais uma vez? De 100 mil em 100 mil o caixa2 do sujeito vai longe", escreveu Trajano no Twitter.
 Planilha entregue por delatores da JBS indica a entrega de mais R$ 100 mil por fora ao parlamentar, além dos R$ 100 mil que ele já havia admitido. De acordo com a reportagem, o pagamento ao congressista foi feito em 30 de agosto de 2014, em meio às eleições municipais. Delatores afirmaram que o dinheiro foi repassado em espécie.


Governo nem começou e ministros de Bolsonaro já falam em demissão

Gleisi sobre Onyx: 'será que a PGR e Moro vão perdoar?'

Planilha aponta caixa dois ainda maior para Onyx

PIMENTA: MORO TIROU FÉRIAS PARA GARANTIR QUE PROCESSO FICARIA COM JUÍZA DE SEU GRUPO

CUBA ABANDONA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, EM PROTESTO CONTRA BOLSONARO

Dom Helder está próximo da beatificação…

O processo de beatificação e canonização de dom Helder Câmara está mais próximo do Vaticano, em Roma, Itália. Segunda-feira, após realização da missa que celebrou a contagem regressiva para o Congresso Eucarístico Nacional de 2020, na Matriz do Espinheiro, o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, comunicou que a fase diocesana será concluída no dia 16 de dezembro, após três anos da abertura do procedimento. “Essa fase é referente ao recolhimento de vários depoimentos de pessoas que conviveram com dom Helder; os estudos escritos por ele e tudo que foi publicado sobre sua vida”, explicou monsenhor José Alberico, secretário geral do Congresso Eucarístico.

A partir de agora, a documentação será enviada as comissões dos teólogos e dos bispos do Vaticano para formulação do parecer, inclusive, com as menções de milagres atribuídas ao sacerdote. “Já sabemos que há um milagre e que se conta que foi dom Helder, mas isso corre sob sigilo e só será divulgado após a beatificação”, afirmou Alberico. Trata-se de uma pessoa que foi curada pela interseção do bispo. Comprovado o milagre, o sacerdote poderá ser nomeado beato e passará para a fase da canonização. Nesta etapa, é preciso a comprovação de dois milagres para ser nomeado de santo. (Diário de Pernambuco)

Câmara Municipal: OIM x KEINHO na disputa em João Alfredo…

O prazo para as inscrições de chapas para concorrerem à eleição para a renovação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Alfredo, biênio 2019/2020, foi encerrado às 13h desta terça-feira (13). O pleito está previsto para as 9h do dia 21 do corrente mês (quarta-feira), no Plenário Vereador Antônio Guilhermino dos Santos da CMJA. 

Houve considerável mudança no cenário anteriormente divulgado, pois os vereadores Júnior Dezim (PSD) e Erivaldo Vieira (PSB) desistiram de disputar o pleito pela chapa até então registrada, como presidente e 1º secretário, respectivamente. Mas a movimentação não parou por aí.


Vereador Oim (PSB)

Indiferente às defecções no grupo que estava inscrito, o vereador Oim (PSB) efetuou o registro de uma chapa encabeçada por ele (presidente) e os vereadores Adriano Santos (PSD) – 1º vice presidente, Alexandre Mendes (PTB) – 2º vice presidente, David Santos (PSD) – 1º secretário e Leide da Melancia (PSD)- 2ª secretária


Vereador Keinho (PP)

Já se aproximava o esgotamento do prazo regimental para inscrições, quando outra chapa foi inscrita em substituição à primeira, composta pelos vereadores Keinho (PP) – presidente, André Xavier (PSD) – 1º vice presidente, Jozivan Guedes (PP) – 2º vice presidente, Joanna Amélia (PSB) – 1ª secretária e Walque Dutra (PSD) – 2º secretário.  

Sendo uma peleja que tem a participação de apenas 13 eleitores, praticamente 1 voto será decisivo para a eleição do comandante do Poder Legislativo joãoalfredense, no biênio 2019/2020. Ambas as chapas cantam vitória, sendo que o vereador Keinho por ser mais idoso do que o vereador Oim leva a vantagem caso haja um empate. Desta forma, o corre corre em busca deste valioso voto é intenso.  (fotos arquivo) escrito por Dimas Santos 

Brasileiros contra aumento aos ministros

Quase 90% dos brasileiros consideraram injusto reajuste salarial do STF
Agência Brasil
De acordo com pesquisa feita por questionário online e divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (13), 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o reajuste salarial concedido aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Apenas 8,1% dos que responderam ao questionário acham que o aumento foi justo. 2,5% não sabem ou não responderam. Para 89%, o Brasil não tem momento para arcar com o aumento. Já 7,8% responderam que sim, o País tem condições; 3,1% não sabem ou não opinaram.
O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.008 pessoas via questionário online, em 170 municípios de 26 Estados. A pesquisa foi feita entre 9 e 11 de novembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.
O Senado aprovou na última quarta-feira (7) projetos de lei que concedem aumento aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao procurador-geral da República. O reajuste altera o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil e provoca um efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário, abrindo caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.

Ministro da Defesa agrada Exército, mas...

Helena Chagas
A nomeação do general Fernando Azevedo e Silva para o Ministério da Defesa é um aceno do capitão Jair Bolsonaro ao establishment militar, e sobretudo à cúpula do Exército, que tem feito questão de demarcar certa distância em relação ao novo governo. Agora, o atual comandante do Exército, general Villas Boas, que disse em entrevista à Folha de S.Paulo que os militares não estavam voltando ao poder e que Bolsonaro é muito mais um político do que um militar, tem um amigo na chefia da pasta da Defesa.
Diferentemente do vice Hamilton Mourão e até do general Augusto Heleno, que vai para o GSI, Azevedo faz parte do grupo que hoje comanda o Exército e, antes de se reformar, era o nome preferido do alto comando para suceder Villas Boas na chefia da força. Nessa condição, também chefiou a Autoridade Pública Olímpica nas Olimpíadas do Rio.
A possibilidade de indicar um civil para a Defesa nunca esteve em cogitação no governo Bolsonaro, mas a supremacia do Exército na nova administração deve trazer problemas nas outras forças – até porque se cogitava a nomeação de alguém da Marinha para o posto. “Agora, onde se lê Forças Armadas, leia-se Exército”, diz um observador militar. O entorno do presidente eleito prevê que ele tomará decisões para corrigir esse desequilíbrio, o que pode resultar em nomeações de oficiais da Marinha e da Aeronáutica para outros postos importantes no primeiro escalão.

Alckmin vai dar aulas em universidade em SP

Dimitrius Dantas e Silvia Amorim - O Globo
O ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) voltará a dar aula a partir de 2019. Ele fechou contrato com a Universidade Nove de Julho (Uninove ) para lecionar disciplinas como gestão pública e saúde pública.Parte superior do formulário
A contratação foi confirmada ao GLOBO pela universidade nesta terça-feira. Em nota, a instituição disse que o tucano "irá lecionar nos cursos que tenham disciplinas identificadas com seu notório saber e especialização".
Não é a primeira vez que o tucano volta à sala de aula como professor após uma derrota eleitoral. Em 2008, quando perdeu a disputa para a prefeiura de São Paulo, Alckmin deu aulas como palestrante em faculdades e também atuou como acupunturista. O tucano tem formação como médico anestesista.
O ex-governador foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou. Alckmin teve 5% dos votos no primeiro turno da eleição presidencial. Sem cargo público, sua ocupação tem sido presidir o PSDB nacional desde então.

Fôlego de gato: Renan rumo à presidência do Senado

As idas e vindas da equipe de Jair Bolsonaro (PSL) acabaram fortalecendo o lobby em torno da candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência do Senado.
A articulação extrapolou as fileiras de seu partido e ganhou adesões de veteranos do PSD e do PSDB, por exemplo, além de nomes do Judiciário.
favoritismo cresce à medida que as oscilações do grupo bolsonarista ampliam a sensação de que a próxima gestão será instável. Renan agora é vendido como o “anteparo de crises”.((Painel)

Estrangeiros: novo governo aprova a Previdência

sucessão nos comandos da Câmara e do Senado entrou no radar de investidores estrangeiros que acompanham com cautela os sinais emitidos pelo presidente eleito no Brasil.
Lá fora, explica um representante de uma corretora de valores, há a crença de que Bolsonaro aprova a nova Previdência em 2019.
Decorre dessa expectativa a importância que vem sendo dada ao jogo que será jogado no Congresso.
No topo da Câmara ou do Senado, um parlamentar hostil à agenda do novo governo pode dificultar os planos.(Painel)

Caminho de Maia para a presidência tem tropeços

indicação de quadros do DEM para o ministério de Bolsonaro começou a criar ruídos dentro do próprio partido. Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição para a presidência da Câmara, avisou à cúpula da legenda que os convites da nova gestão a deputados da sigla de fato atravancaram as conversas em torno de seu nome.
ACM Neto, presidente do DEM, foi provocado por aliados de Maia a divulgar uma nota formalizando que o partido não endossa as indicações. Recusou-se. Disse que o gesto sinalizaria “hostilidade desnecessária” e que não iria impor vetos ou restrições a filiados que queiram colaborar com Bolsonaro.
Maia recebeu, na noite de segunda-feira (12), líderes de oito partidos em sua residência, entre eles MDB, PC do B, PP, PSD e Solidariedade. A pauta foi a formação de uma frente que se torne determinante para o desenrolar da próxima legislatura. Dirigentes de algumas das siglas que foram ao encontro saíram de lá dizendo que topam integrar a frente desde que a formação não esteja condicionada à reeleição do democrata. (FSP)

Aliados querem Haddad com seu próprio instituto

Aliados de Fernando Haddad (PT) sugeriram a ele montar um instituto para atuar como líder da oposição ao governo Bolsonaro.
Esse grupo vê no movimento uma forma de, passada a disputa eleitoral, preservar e potencializar o capital político do ex-prefeito de SP.
A entidade, que poderia se chamar Instituto da Democracia ou da Liberdade, seria um escudo para Haddad extrapolar as fileiras do PT, mesmo mantendo a sintonia com o partido.  (FSP)

Uma federação de centro e esquerda para sobreviver

Partidos estudam se unir em federação para sobreviver a Bolsonaro
Lideranças do PSB, do PSDB e do DEM já conversaram
Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo
A dificuldade de unir partidos de centro como PSDB, PSB, PV, PSD e setores do MDB e do DEM em uma única legenda fez surgir uma nova ideia: a formação de uma federação de agremiações que passassem a atuar em conjunto no Congresso e nas eleições.Haveria uma vantagem em relação à criação de um novo partido: na federação, cada legenda mantém sua estrutura e seu fundo partidário, em geral de alguns milhões.
Lideranças do PSB, do PSDB e do DEM já conversaram. A ideia é juntar o governador Márcio França (PSB-SP), de SP, Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), entre outros, em torno do projeto.
A federação vincularia as legendas, pelos próximos dois anos, tanto em votações da Câmara dos Deputados e do Senado como nas eleições municipais.Todos os partidos seriam obrigados a lançar, juntos, um mesmo candidato nas cidades em que concorrerão às prefeituras. 
A possibilidade de criação de federações de partidos foi rejeitada em 2017. Mas outras propostas ainda tramitam no Parlamento e poderiam ser aceleradas caso as negociações vinguem. Pelos cálculos de uma das principais lideranças que participam dos diálogos, uma federação de centro somada a outra, de esquerda, poderia chegar a 300 parlamentares na Câmara. Seria a sobrevivência “da política” diante da ameaça de rolo compressor do futuro governo de Jair Bolsonaro.

Podcast: Moro vai vetar o da Malta? Se o Lorenzoni pode, o Magno também...


Podcast: Moro vai vetar o da Malta?

Olá, tudo bem?
Esse podcast é sobre a valentia do Moro!
O Moro valentão!
Ele confessou que tramava ir para o Ministério da Justissa do Bolsonaro enquanto julgava – imparcialmente… - o presidente Lula.
Im-par-ci-al-men-te!
Quem definiu isso deforma impecável foi o jornal Times de Londres:
“Bolsonaro nomeia Ministro juiz que prendeu seu adversário!“
Precisa desenhar?
A TV Afiada já mostrou que a Globo concedeu 20 minutos ao Moro, o que significa que a Globo já tem um presidente para chamar de seu.
Nem o Papa tem vinte minutos no Fantástico.
(Muito menos esse Papa peronista, argentino apóstata!)
Ao tomar posse do cargo de Presidente da Globo, o Moro cometeu algumas barbaridades contra a Língua Portuguesa.
O que não surpreende ninguém.
Ele não sabe a diferença entre “câmera” e “Câmara”.
É capaz de falar “Câmara” fotográfica e “Câmera” de deputados.
No Fintástico  ele demonstrou não saber usar a voz passiva.
Pois, foi esse majistrado com “jota” que a Globo endeusou e o Supremo acobertou.
Nessa entrevista memorável, Moro avisou que não concederia a Bolsonaro o direito de nomear um ministro ladrão.
Que ele não ia permitir que um reles presidente eleito pelo voto popular tentasse manchar a biografia dele, seu histórico.
Afinal, ele recebeu carta branca do presidente eleito e vai usá-la!
Isso deve ter sido recebido como um solo de violino aos ouvidos do próprio Bolsonaro e dos filhos do Bolsonaro…
É bem verdade que o Moro é aquele juiz do… “não vem ao caso”…
Passou quatro anos na cadeira de Imparcial de Curitiba e não botou um único tucano na cadeia.
Não vem ao caso.
Com essa mesma jurisprudência ele perdoou o Onyx Lorenzoni – não confundir com o chuveiro…, como faz o Paulo Guedes.
Ele perdoou o Lorenzoni, porque o Lorenzoni confessou ter usado o Caixa Dois.
E perdoou com um argumento da melhor jurisprudência suprema: é que o Lorenzoni pediu desculpas!
Assim, não vem ao caso, sentenciou Moro no Fantástico!
Porém, o Moro tem pela frente um Lorenzoni mais complicado que o Onyx.
É um senador derrotado, o Magno conhecido em Colatina como o Magno da Malta!
Segundo O Globo de sábado, 10 de novembro, o senador da Malta declarou ao Superior Tribunal Eleitoral ter pago R$ 120 mil pelo aluguel de um trio elétrico registrado em nome de um morador de Vila Valério, no Espírito Santo.
Já dá para desconfiar do valor do aluguel.
R$ 120 mil reais…
Acontece que os repórteres Natália Portinari e Patrick Camporez localizaram o dondo do trio elétrico, o Mazinho.
Pois não é que o Mazinho está uma fera?
Não tem nada com isso!
Mazinho disse que não alugou trio elétrico nenhum.
E que R$ 120 mil é o valor do trio dele – e não um aluguel…
Bingo!
O Globo apurou também que o aluguel de trio elétrico na região em que teria sido usado varia de R$ 800 a R$ 1 mil.
E se tivesse sido usado pelo dito Malta, a despesa, em toda a campanha, não passaria de R$ 2,6 mil!
E agora, Moro?
Quem diz isso não é a Folha, a publicação neo-comunista, segundo certos bolsonarianos.
Mas, o velho Globo de guerra!
O Moro vai impedir que Magno da Malta seja Ministro da Família e dos Imaculados Costumes?
Ou vai aplicar a “jurisprudência” que usou com Lorenzoni?
(O senador Requião apresentou o projeto de lei “Ônyx Lorenzoni”, que absolve quem pedir desculpas. Entre as ressalvas deveriam constar petistas penitentes. Esse podem se ajoelhar diante de Moro que, ainda assim, para o Inferno irão…)
E aí, Moro?
Vai vetar o Malta?
Ou prefere sair no Carnaval em cima do trio elétrico da Ivete Sangalo? POR PAULO HENRIQUE AMORIM