SÉRGIO MORO USA PF PARA CALAR VEJA E ATINGE DALLAGNOL

ALEXANDRE FROTA PROVOCA BOLSONARO: “PRETENDO BENEFICIAR FILHO MEU, SIM’, DIZ BOLSONARO QUE JÁ SE APOSENTOU COM 33 MIL REAIS E MAIS 7 MIL DA MILITAR.


Alexandre Frota e Jair Bolsonaro
247 - O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro ao comentar a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos. 
"'Pretendo beneficiar filho meu, sim', diz Bolsonaro sobre embaixada nos EUA. Se não quiser votar em mim paciência. Para quem já se aposentou na integralidade com 33 mil mensais está tranquilo + 7 mil da militar. Estranho é falar em voto", escreveu o parlamentar no Twitter.
Em transmissão ao vivo no Facebook, o chefe do Planalto reforçou que pretende indicar o filho só não irá para a embaixada se não quiser ou se não for aprovado pelo Senado.
"Lógico, que é filho meu, pretendo beneficiar filho meu, sim. Pretendo, se puder, dar filé mignon, eu dou, mas não tem nada a ver com filé mignon, nada a ver, é realmente, nós aprofundarmos um relacionamento com um país que é a maior potência econômica e militar do mundo".

O DISCURSO DE LULA CONTRA A FOME AO GANHAR O WORLD FOOD PRIZE

JÁ PASSOU DOS LIMITES!!! TRF4 PRECISA SER PARADO!!!!!!! AMIGOS DE MORO VOLTAM A DESRESPEITAR O STF

DECISÃO DE TOFFOLI PODE AFETAR INQUÉRITO SOBRE PALESTRAS DE LULA


Foto: Marlene Bergamo/Folhapress
Um inquérito aberto para investigar uma empresa de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um dos casos que podem ser afetados pela decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do STF, de suspender investigações que tenham usado dados detalhados de órgãos como o Coaf sem autorização judicial.
O inquérito sobre a LILS, empresa de palestras de Lula, foi instaurado em Curitiba em novembro de 2015 e continua em andamento. A investigação começou na esteira de um relatório feito pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em junho daquele ano e tornado público em agosto, em reportagem da revista Veja.
A autorização para a quebra de sigilo da LILS, dada pelo então juiz Sergio Moro, veio em 1º de setembro de 2015 —depois, portanto, do relatório do Coaf.
O relatório do órgão de inteligência mostrava que a firma de Lula recebera cerca de R$ 27 milhões de 2011 a 2014, sendo R$ 9,8 milhões de empreiteiras investigadas na Lava Jato.
As empresas eram a Odebrecht (R$ 2,8 milhões), a Andrade Gutierrez (R$ 1,9 milhão), a OAS do Brasil, dos EUA e da Costa Rica (R$ 1,9 milhão), a Camargo Corrêa (R$ 1,4 milhão), a Queiroz Galvão (R$ 1,1 milhão), a UTC Engenharia (R$ 357 mil) e a Quip (R$ 378 mil), uma sociedade entre quatro empreiteiras que prestava serviços à Petrobras.
Em 2017, a Justiça bloqueou o saldo de duas aplicações em previdência privada do ex-presidente. Uma estava no nome da empresa LILS, com saldo de R$ 7,19 milhões, e outra, no nome de Lula, no valor de R$ 1,8 milhão. Os valores permanecem bloqueados, à espera do desfecho do inquérito.
Procurado, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, disse à Folha que vai analisar se a investigação sobre as palestras do ex-presidente se enquadra na decisão de Toffoli.
Segundo Zanin, o bloqueio de valores, sustentado por esse inquérito, “compromete tanto a subsistência da família [de Lula] como o direito de defesa”, pois causa uma asfixia financeira. O defensor não quis comentar as investigações.
A decisão de Toffoli, de segunda-feira (15), atendeu a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O senador é investigado pelo Ministério Público do Rio por suspeita de desviar parte dos salários dos funcionários de seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa fluminense. O caso é um dos que ficam paralisados.
Criminalistas consultados pela Folha disseram que estão passando um pente-fino nos casos de seus clientes para verificar se atendem aos critérios estipulados por Toffoli para que sejam suspensos.

CIRO GOMES DIZ A VERDADE SOBRE O GOVERNO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO

BOULOS CONDENA NEPOTISMO ESCANCARADO DE BOLSONARO COM EDUARDO


247 – Guilherme Boulos, que disputou a presidência da República pelo Psol, condenou duramente a decisão de Jair Bolsonaro indicar seu filho Eduardo para a embaixada nos Estados Unidos. "Escandaloso! Bolsonaro admite querer beneficiar seu filho ao indicar para Embaixada. Não é nepotismo?", apontou. Confira seu tweet e reportagem da Reuters:

Escandaloso! Bolsonaro admite querer beneficiar seu filho ao indicar para Embaixada. Não é nepotismo?
2.815 pessoas estão falando sobre isso

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse em sua transmissão semanal nas redes sociais nesta quinta-feira que pretende, sim, beneficiar um filho seu, mas negou que isso tenha relação com a intenção de indicar o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como embaixador nos Estados Unidos.
O presidente reiterou que pretende indicar o filho para um dos postos mais importantes da diplomacia brasileira, e ressaltou que fará isso mesmo que lhe custe o apoio de pessoas que votaram nele nas eleições presidenciais do ano passado.
“Lógico que é filho meu. Pretendo beneficiar filho meu, sim, pretendo, está certo? Se eu puder dar um filé mignon para o meu filho eu dou, mas não tem nada a ver com filé mignon essa história aí, nada a ver. É realmente nós aprofundarmos um relacionamento com um país que é a maior potência econômica e militar do mundo”, disse Bolsonaro.

NÃO ACREDITEM.... OBJETIVO É BLINDAR MORO!!! EDITORIAL DA GLOBO CONTRA BOLSONARO É PURA MENTIRA

TAXA DE INVESTIMENTOS NO BRASIL É A MENOR EM MAIS DE 50 ANOS


247 - A taxa de investimentos no Brasil caiu para o menor nível em mais de 50 anos. Também chamada de formação bruta de capital fixo (FBCF), que inclui o que se investe em máquinas e equipamentos, construção civil e inovação, foi para 15,5% do Produto Interno Brito (PIB) no primeiro trimestre de 2019, contra 15,8% no trimestre anterior. No final de 2013, antes do início da recessão, estava em 20,9%. O levantamento do economista Manoel Pires, coordenador do Observatório de Política Fiscal do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
Os aportes públicos, especificamente, cairam de 4,06% em 2013 para 1,85% do PIB em 2017 (nível mais baixo já registrado no país), passando para 2,43% em 2018. Os investimentos privados recuaram de 16,85% em 2013 para 13,39% em 2018.
Os investimentos públicos tendem a cair cada vez mais no governo Jair Bolsonaro, que manteve a vigência da PEC do Teto dos Gastos. A proposta, aprovada no governo Michel Temer, congela os investimentos públicos por 20 anos. Neste período o investimento de uma no deve corresponder ao do ano anterior, somente corrigido pela inflação.
Outro estudo do Ibre, dos economistas Marcel Balassiano e Juliana Trece, apontaram que, no ano passado, 152 de um total de 172 países registraram uma taxa de investimento maior que a do Brasil. De acordo com as estatísticas, a taxa média global (26,2%) ficou foi 10 pontos percentuais maior do que a do Brasil em 2018. 
A baixa taxa de investimento soma-se à previsões oficiais abaixo de 1% sobre expansão do PIB para 2019, o que pode deixar o brasil em recessão.

VAZA-JATO: MORO INFLUENCIOU NEGOCIAÇÃO EM DELAÇÃO PREMIADA, AÇÃO É PROIBIDA.

COMITÊ POPULAR EM DEFESA DE LULA E DA DEMOCRACIA


247 – Nos últimos dias, delações premiadas realizadas no âmbito da Operação Lava Jato começaram a ser questionadas pelos próprios delatores. Num depoimento recente, um executivo da Odebrecht disse ter sido coagido pelo Ministério Público a construir um relato sobre o caso do sítio de Atibaia (saiba mais aqui). Também na denúncia mais recente do Intercept, em parceria com a Folha de S. Paulo, divulgou-se que o ex-ministro Sergio Moro interferiu nas negociações das delações – o que seria vedado por lei (saiba mais aqui).
Talvez em resposta a esse movimento de questionamento dos eventuais abusos da Lava Jato, o jornal O Globo divulga, nesta sexta-feira, um resumo da delação premiada do ex-ministro Antônio Palocci – uma delação que foi descartada por falta de provas pelo Ministério Público, mas que acabou sendo aceita pela Polícia Federal e depois homologada pelo desembargador João Pedro Gebran às vésperas das eleições presidenciais de 2018. "Demoramos meses negociando. Não tinha provas suficientes. Não tinha bons caminhos investigativos", afirmou, à época, o procurador Carlos Fernando Lima. "Fora isso, qual era a expectativa? De algo, como diz a mídia, do fim do mundo. Está mais para o acordo do fim da picada. Essas expectativas não vão se revelar verdadeiras. O instituto é o problema? Eu acho que a PF fez esse acordo para provar que tinha poder de fazer", disse ele.
Na reportagem desta sexta-feira, revela-se que Palocci decidiu disparar contra praticamente todo o sistema financeiro nacional – depois que outros grandes setores da economia nacional, como engenharia, construção e alimentos já foram atingidos por investigações policiais. Em resumo, Palocci diz que repassava informações privilegiadas sobre taxas de juros, facilitava empréstimos e resolvida até dificuldades de banqueiros com órgãos reguladores, em troca de doações eleitorais. O problema da delação de Palocci, no entanto, é a dificuldade de apresentar provas materiais.
Ataque a Luciano Coutinho e uma reposta ainda mais dura

ÍNTEGRA: "FUI QUASE QUE COAGIDO A FAZER RELATO" SOBRE SÍTIO USADO POR LULA, DIZ DELATOR

VETO A MÍRIAM LEITÃO É O VETO DO BOLSONARISMO À DEMOCRACIA


 
A marcha acelerada da insensatez em curso no Brasil avançou mais algumas casas, com o desconvite da 13ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, à jornalista Míriam Leitão e ao seu marido, o cientista político Sérgio Abranches. Ambos fariam palestra no próximo dia 15 de agosto, na qual falariam sobre a formação como escritores, sobre seus livros e sobre os livros que os marcaram.

Uma petição com mais de 3 mil assinaturas chegou à organização da Feira pedindo a cabeça dos dois. A razão, como explicitou o documento, é típica das sombras vigentes hoje no país: “Por seu viés ideológico e posicionamento, a população jaraguaense repudia sua presença [grifos meus], requerendo, assim, que a mesma não se faça presente em evento tão importante em nossa cidade”.

Tão chocante quanto o veto coletivo destes 3 mil representantes da população jaraguaense foi a decisão tomada pelos organizadores. “Com vergonha”, segundo palavras do coordenador-geral da feira, João Chiodini, a decisão teria ocorrido “para garantir a segurança dos convidados”. O argumento é falacioso.

Ora, segurança se garante com seguranças. O fato é que os organizadores se renderam a uma pressão autoritária. Sucumbiram à intolerância. Ajoelharam-se diante da escalada de uma patrulha insana que veta, em qualquer tempo e em qualquer circunstância, toda possibilidade de diálogo com quem pensa diferente. A divergência converteu-se em guerra, e guerras existem para destruir inimigos. Essa turma de patrulheiros só vê inimigos à frente no seu horizonte curto.

TOFFOLI: HOUVE UMA SEDE DE PODER

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, justificou de duas maneiras a decisão de suspender investigações em que dados bancários de investigados tenham sido compartilhados por órgãos de controle: defesa do cidadão e a necessidade de se criar limites à atuação de órgãos de controle. Em entrevista ao Estadão, Toffoli afirma que “houve sede de poder” por parte de instituições como o Coaf e a Receita Federal. “Houve uma sede de poder. E poder no Brasil são só três: Executivo, Legislativo e Judiciário. Não existe o ‘poder órgãos de controle’. Isso não é poder. Esses são submetidos aos controles do Judiciário”, afirmou o ministro.
A decisão de Toffoli aconteceu após pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O ministro negou que seu encaminhamento seja para beneficiar o filho do presidente Jair Bolsonaro. Flávio é alvo de investigação no MP-Rio por suposta prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa em seu gabinete quando ele era deputado na Alerj. “A minha decisão não é fulanizada. Houve uma provocação, mas eu já vinha refletindo sobre isso havia algum tempo. Até já tinha conversado com algumas pessoas, de que estava havendo um abuso”, afirmou. http://www.blogdomagno.com.br/ver_post.php?id=202928

DALLAGNOL PODE SER ATIRADO AO MAR PARA SALVAR MORO



Por Esmael Morais

Manifestação em frente ao MPF. Reprodução internet.
O “comitê central” do judiciário analisa atirar ao mar o procurador Deltan Dallagnol para salvar o ministro da Justiça Sérgio Moro.
O coordenador da força-tarefa Lava Jato e o ex-juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba se transformaram em passivo para o Poder Judiciário após o site The Intercept Brasil divulgar conversas secretas de ambos no Telegram.
Nesta quinta (18), a bancada do PT no Senado enviaram notícia-crime ao ministro Dias Toffoli, presidente do STF, pedindo investigação sobre atos dos procuradores Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon. A representação tem como base reportagem da Folha e do Intercept que mostrou os membros do Ministério Público Federal do Paraná agindo para lucrar com a força-tarefa.
A ação protocolizada pelo PT possibilita que Toffoli determine a investigação independentemente da vontade da Procuradoria-Geral da República (PGR), ou seja, o STF pode dar um drible no corporativismo do Ministério Público para investigar a “Lava Jato S/A” –esquema de palestras e cursos dos procuradores.
Os senadores petistas justificaram a notícia-crime contra Dallagnol e Pozzobn da seguinte forma:
“Dallagnol e Pozzobon tentaram organizar fundações e entidades por meio de sociedade oculta e agenciaram entre si a realização de palestras. Agora, temos certeza que a perseguição a Lula também teve um caráter não só político, mas também financeiro.”
O esquema das palestras apenas começou a ser revelado, mas, pelo histórico registrado aqui no Blog do Esmael e nos demais veículos de comunicação, o grosso do capilé pode ter rolado na LIDE –entidade de lobby que já foi presidida pelo governador de São Paulo João Doria (PSDB). Aguardemos.

GREENWALD: NOVAS REVELAÇÕES SERÃO MAIS EXPLOSIVAS

GLOBO COBRA QUE SENADO BARRE EDUARDO BOLSONARO COMO EMBAIXADOR



O jornal O Globo condena, em editorial, a indicação de Eduardo Bolsonaro como embaixador nos Estados Unidos e diz que a decisão de Jair Bolsonaro transforma o Brasil numa monarquia. "A intenção de Bolsonaro de nomear embaixador em Washington o filho Eduardo, o 03, deputado federal, pode não ter sido levada muito a sério. Mas a ideia, reprovável em vários sentidos — um deles, devido aos danos que provocará à imagem do país e da sua diplomacia, historicamente bem vista —, ganha fôlego, e isso preocupa. Com 130 anos de República, o Brasil volta à monarquia", aponta o texto.
"Se o capricho presidencial persistir, o caso Eduardo Bolsonaro deve chegar ao Supremo, onde há uma súmula antinepotismo, embora exista a brecha de embaixador ser considerado cargo político. A melhor alternativa é o Senado, em que candidatos a embaixador são sabatinados, cumprir sua função republicana e não decidir preocupado com sobrenomes", aponta ainda o editorial. http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=105050

ATAQUES AO STF CUSTARÃO CARO A DALLAGNOL E CIA.

CANDIDATOS À PGR EVITAM CONFRONTAR BOLSONARO SOBRE STF BARRAR SEU FILHO FLÁVIO



Os candidatos à sucessão da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, adotam cautela ou evitam comentar a decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, que suspendeu investigações como a do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A decisão de Toffoli elevou a pressão na PGR (Procuradoria-Geral da República), que há três dias estuda a melhor forma de recorrer, em um momento político sensível.

Primeiro, cabe a Bolsonaro indicar um nome para chefiar a PGR a partir de setembro, quando termina o mandato de Dodge, não sendo prudente desagradá-lo. Segundo, a opinião de Toffoli, autor da decisão polêmica, poderá ter peso na indicação do próximo procurador-geral. Do outro lado, membros do Ministério Público Federal de todo o país cobram um pronunciamento duro contra a medida do ministro, temendo que ela paralise investigações de corrupção e lavagem de dinheiro. As forças-tarefas da Lava Jato, por exemplo, divulgaram nota externando “grande preocupação”.

Na segunda-feira (15), Toffoli atendeu a um pedido de Flávio e paralisou todas as investigações e processos pelo país que tenham usado dados detalhados de órgãos de controle —como Coaf, Receita e Banco Central— sem autorização judicial prévia. Enquanto dados genéricos são nome e valor movimentado em determinado período de tempo, informações detalhadas permitem identificar, por exemplo, data e hora de depósito.

Flávio é alvo de inquérito do Ministério Público do Rio de Janeiro sob suspeita de ter desviado parte dos salários de funcionários de seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa fluminense, no episódio que envolve seu ex-assessor Fabrício Queiroz. A apuração partiu de relatórios do Coaf sobre movimentações atípicas e posteriormente teve quebra de sigilo por ordem judicial. http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=105051

LULA LIVRE!!! GLOBO ENLOUQUECE DE VEZ!!!! TOFFOLI SINALIZA SOLTURA DE LULA

Bolsonaro recebeu empresários fora da agenda para discutir FGTS



A pressão de representantes da construção civil sobre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, fez o governo adiar o anúncio da liberação dos saques do FGTS, previsto para esta quinta-feira (18).
Enquanto a ação do setor, liderado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria e Construção), chegou a Onyx, grandes empresários foram falar diretamente com Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

O presidente recebeu, fora da agenda, Rubens Menin, dono da MRV, e Ricardo Valadares Gontijo, presidente-executivo da Direcional Engenharia.

Eles disseram que, em 2017, quando o ex-presidente Michel Temer (MDB) liberou R$ 44 bilhões em saques de FGTS e PIS/Pasep, a construção sofreu um baque e que, no momento em que o país está estagnado, uma nova onda de retiradas agravaria ainda mais a situação no médio e longo prazo.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, ligou para Onyx e reclamou que o setor não tinha sido consultado pelo Ministério da Economia sobre as mudanças, que, para eles, poderão agravar ainda mais a situação financeira das empresas do ramo. O setor da construção é o termômetro da economia por ser intensivo em contratações. Por isso, Martins sempre esteve em contato com ex-ministros da Economia.

Paulo Guedes e ele se falam com frequência, mas, no caso das liberações do FGTS, a CBIC não foi consultada pela SPE (Secretaria de Política Econômica), que fez os cálculos para definir a sistemática e os valore dos saques. Muito próximo de Onyx, Martins ligou para o chefe da Casa Civil. Eles se encontraram na terça-feira (16) à noite. http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=105049

CIRO GOMES E PRESIDENTE DA OAB "PEDEM AFASTAMENTO DE SÉRGIO MORO"

VÍDEO: DESMASCARANDO BOLSONARO, QUE CONFESSOU QUE PRETENDE BENEFICIAR O FILHO SEU SIM.

As contradições de Bolsonaro, que prometeu que indicaria cargos baseado em critério técnico e que todos os ministros teriam 100% de liberdade. Mas o ministro das Relações Exteriores é obrigado a colocar o filhinho do presidente, sem qualificação nenhuma, para o cargo mais importante do Itamaraty. Eduardo Bolsonaro como embaixador dos EUA envergonha o Brasil inteiro perante ao mundo. Assista e compartilhe:

DEPUTADO ALEXANDRE FROTA, APÓS INDICAÇÃO DE EDUARDO BOLSONARO PARA EMBAIXADA, PODE-SE “ESPERAR TUDO DESSE GOVERNO"


Dep. Alexandre Frota
247 - O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP), que já integrou a tropa de choque do bolsonarismo, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro foi sua “maior decepção” e que após ele indicar Eduardo Bolsonaro para assumir a embaixada do Brasil em Washington pode-se “esperar tudo desse governo”. Ele também defendeu uma eventual chapa composta pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA), para disputar a eleição presidencial em 2022. 
“Aprendi muito cedo na Câmara que você não tem muito tempo para se decepcionar com as pessoas. Mas quem mais me decepcionou, com toda a certeza, foi o Bolsonaro”, afirmou Frota ao blog do jornalista Guilherme Amado. “Quero que ele termine o mandato e acerte. Mais do que tudo, o Brasil precisa andar. Não estou mais preocupado com o que o Bolsonaro vai fazer ou não. Só não quero que ele erre”, completou. Frota também disse que conheceu “dois Bolsonaros. O meu amigo, até o dia da eleição, e outro, presidente. Prefiro não falar mais”.
Sobre a indicação de Eduardo Bolsonaro para ser embaixador nos Estados Unidos, Frota foi enfático ao afirmar que esperar que ele “acerte e seja feliz. Que ele leve a Letícia “cartel” (Letícia Catelani, ex-diretora da Apex), o Filipe Martins (assessor internacional da Presidência) e toda aquela corriola que anda com ele”. Sobre alegação de que Eduardo possui “currículo” por ter fritado hambúrgueres nos EUA, Frota ressaltou que “ele fritou hambúrguer numa lanchonete que não tem hambúrguer. Mas desse governo a gente pode esperar tudo”.
O parlamentar disse, ainda, ter nojo do “bolsonarismo xiita”. “Recebo muitos ataques dos olavetes. Falar a verdade na cara deles incomoda. Até hoje eles só tinham ouvido eu esculachando o PT. Agora, quando encaro os aluninhos amestrados do Jim Jones da Virginia, ficam magoadinhos. Allan do Santos, Bernardo Küster, Cláudia Wild, nenhum ali vale nada. Não dependo dos olavetes para porra nenhuma. Não me deram um voto. Os bolsonaristas que não gostam de mim são xiitas. Me dão nojo. Atrás do computador é fácil. São iguais os petistas: fazem barulho, mas são cagões”, disparou.

INTERCEPT MANDA RECADO A SÉRGIO MORO

Movimentos de renovação política preparam reação a partidos após caso Tabata


FolhaPress - Joelmir Tavares

Sob ataque desde que partidos abriram processos para punir deputados desobedientes na reforma da Previdência, movimentos que pregam renovação política articulam uma ofensiva para defender sua atuação e forçar a modernização de legendas. O estopim para a reação foram declarações de Ciro Gomes, o principal líder do PDT, que ao apoiar a saída da correligionária Tabata Amaral passou a dizer que ela faz dupla militância e pertence a um "partido clandestino", em alusão ao Acredito, organização que a jovem ajudou a fundar.
A deputada federal por São Paulo se tornou símbolo do imbróglio que eclodiu durante a votação da Previdência, quando ela e outros parlamentares descumpriram a orientação das siglas de rejeitar o projeto. O PDT registrou 8 defecções em uma bancada de 27.
Outro partido que protagoniza a crise é o PSB, onde 11 dos 32 deputados votaram a favor do texto, em dissonância com a determinação da legenda. Felipe Rigoni (ES), também participante do Acredito, foi um deles. O presidente da sigla, Carlos Siqueira, já se referiu aos infiéis como traidores.
Puxada pelo Acredito e pelo Transparência Partidária, a mobilização dos grupos independentes envolve também os movimentos Agora! (que tem entre os membros o apresentador Luciano Huck, quase presidenciável em 2018) e Livres (de defesa da causa liberal).

MORO VAI SE ESCONDER AONDE??? MÔNICA BERGAMO SEGUE OS RASTROS E PEGA DALLAGNOL NO PULO

Reação de Moro a vazamentos preocupa membros do STF

A reação de Moro à reportagem publicada pela Folha e pelo The Intercept, nesta quinta (18), deixou membros do STF inquietos. O ministro da Justiça disse que é dever do juiz exigir mudanças em acordos de delação muito generosos. “Não foi, aliás, essa a crítica a acordos como o dos sócios da JBS?”, indagou.
O ministro apoia a rediscussão, no STF, do uso de dados enviados pela Receita e pelo Coaf sem aval da Justiça. O assunto voltou à tona por iniciativa de Dias Toffoli. À Folha, o presidente da corte disse que quem não topa supervisão da Justiça busca um Estado fascista. “Subscrevo a fala dele”, afirmou Mello.
Toffoli, por sinal, avisou ao vice-presidente do Supremo, Luiz Fux, que não dividiria, desta vez, o plantão do recesso do Judiciário com ele. Vai cumprir todas as demandas do mês de julho sozinho.  (Folha Painel)

APÓS FALA SOBRE FILME DE BRUNA SURFISTINHA, INTERNAUTAS RELEMBRAM QUE BOLSONARO USAVA AUXÍLIO-MORADIA ‘PRA COMER GENTE’


Mateus Camilo - Folha de S.Paulo
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (18) que pretende transferir a Ancine (Agência Nacional do Cinema) do Rio de Janeiro para Brasília e criticou o patrocínio federal a produções audiovisuais que, segundo ele, fazem “ativismo”.
Em cerimônia em comemoração aos 200 dias do atual governo, ele disse que não pode admitir que dinheiro público seja destinado a filmes como o da Bruna Surfistinha, em referência à produção do diretor Marcus Baldini e que teve a atriz Deborah Secco como protagonista.
“Agora pouco, o [ministro da Cidadania] Osmar Terra e eu fomos para um canto e nos acertamos. Não posso admitir que, com dinheiro público, se façam filmes como o da Bruna Surfistinha. Não dá. Ele apresentou propostas sobre a Ancine, para trazer para Brasilia. Não somos contra essa ou aquela opção, mas o ativismo não podemos permitir em respeito às famílias. É uma coisa que mudou com a chegada do governo”, disse.
No entanto, muitos internautas estão relembrando uma fala de Bolsonaro de janeiro de 2018 à Folha, quando o jornal noticiou que ele recebia auxílio-moradia da Câmara, mesmo tendo imóvel próprio em Brasília.
Questionado se usou o dinheiro do benefício para comprar seu apartamento, ele respondeu: “Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio-moradia eu usava pra comer gente”.

LULA PEDE ACESSO A DEPOIMENTO DO DELATOR CARLOS ARMANDO PASCHOAL QUE SE DISSE COAGIDO POR PROCURADORES DA LAVA JATO A “FAZER UM RELATO” INCRIMINANDO O EX-PRESIDENTE SOBRE AS OBRAS NO SÍTIO DE ATIBAIA.


247 - presidente Luiz Inácio Lula da Sila - preso político há cerca de um ano e  quatro meses devido a uma trama da Operação Lava Jato capitaneada pelo ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol - pediu acesso à íntegra do depoimento em que Carlos Armando Paschoal, um dos delatores da Odebrecht, afirmou à Justiça que foi “quase coagido” por procuradores da Lava Jato a “fazer um relato” incriminando-o sobre as obras da empreiteira no sítio que o ex-presidente frequentava em Atibaia.
A informação é da jornalista Mônica Bergamo. Em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, ela cita a afirmação de Paschoal: “Tive que construir um relato”, em mais uma demonstração de que a prisão de Lula foi resultado de ilegalidades e arbitrariedades. Reforça-se a tese de que o processo tem que ser anulado e o ex-presidente libertado do cárcere.

REVISTA VEJA DESSA SEMANA, TRARÁ MAIS ACUSAÇÕES CONTRA SÉRGIO MORO E DALLAGNOL E DEVE INIBIR AINDA MAIS O DISCURSO DOS LAVAJATISTAS.


Da revista Fórum – Depois de fazer mea culpa e confessar que errou ao tratar Sergio Moro como herói no passado, a revista Veja finaliza nova reportagem que virá com artilharia pesada contra o ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL) nesta sexta-feira (19).
A reportagem, que está sendo aguardada com expectativa no meio jornalístico, deve aprofundar ainda mais o fosso em que Moro está acuado e inibir ainda mais o discurso dos lavajatistas, de que se tratam de conversas editadas para atingir os investigadores da força-tarefa.
Na reportagem da edição divulgada no último dia 5, a revista Veja revelou que Moro comemorou a proximidade da denúncia contra o ex-presidente após receber a informação do procurador chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Moro respondeu com um emotion de felicidade e a frase: “um bom dia afinal”.
Na edição, a Veja comprovou a veracidade de mensagens vazadas por fonte anônima ao Intercept e apontou que o caso é ainda mais grave do que havia sido publicado até o momento. Segundo a matéria, “Moro cometeu, sim, irregularidades” e “comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado”.
Segundo a revista, através de análise de 649 551 mensagens, fica claro que Moro atuou como chefe do MPF, pedindo a inclusão de provas em processos, mandando acelerar ou retardar operações e fazendo pressão contra delações.

PRESO POLÍTICO, “O LULA ESTÁ MUITO BEM FISICAMENTE, CORRENDO 9 QUILÔMETROS POR DIA NA ESTEIRA”. É IMPRESSIONANTE O NÚMERO DE EXERCÍCIOS QUE FAZ O PETISTA.



Da revista Fórum – O escritor e cientista político Emir Sader visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (18) na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Sader esteve acompanhado do ex-presidente argentino Eduardo Duhalde.
Emir Sader usou as suas redes sociais para comentar sobre a disposição física de Lula. Segundo ele, é impressionante o número de exercícios que faz o petista. “O Lula está muito bem fisicamente, correndo 9 quilômetros por dia na esteira”.
O ex-presidente do Brasil aproveitou a visita para mandar um recado para a população. “Lula vê como necessidade urgente uma resposta mais aguda sistemática dos movimentos populares. Para ele, este governo nos dá todo dia uma razão nova para nos mobilizar. Lula nos fez um convite para aumentar a mobilização popular”, disse Sader.


TACLA DURAN: DIZ QUE ADVOGADO DE DELAÇÃO É O QUE LHE EXTORQUIU US$ 612 MIL



O advogado Rodrigo Tacla Duran desafia, no Twitter, o juiz Sérgio Moro a dizer quem era o advogado dos empresários Dalton Avancini e Eduardo Hermelino Leite, da Camargo Correa, personagens do caso de delação premiada em que, ao completo arrepio da lei, funcionou como negociador-chefe, segundo os diálogos publicados pela Folha-The Intercept.
Ele não diz o nome, mas é só fazer uma pesquisa básica para ver que os empresários contrataram Marlus Arns, advogado de ótimas relações com Rosangela Moro e , com isso, seu advogado até então, o criminalista Celso Vilardi, um dos mais reconhecidos do Brasil, abandonou a causa, publicamente.
Duran acusa Arns de ter recebido US$ 612 mil como parte de um acordo que lhe teria sido proposto por outro amigo da família Moro, o advogado Carlos Zucoloto.
Acusa e mostra a ordem bancária emitida no dia 14 de julho de 2016, publicada na coluna do correspondente do UOL na Suíça, Jamil Chade.
O clube do “Lucro a Jato” parece que era mais amplo. POR FERNANDO BRITO 

MINISTRO MARCO AURÉLIO DESABAFA E DIZ ESPERAR QUE SÉRGIO MORO NÃO SEJA MINISTRO DO STF


247 – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, quebrou o silêncio em relação à atuação do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça. Ele diz que continua a “indagar o que nós estaríamos a dizer se [Moro] tivesse mantido essa espécie de diálogo com a outra parte [a defesa dos réus]”. “Ministério Público no processo é parte e tem que ser tratado como tal”, afirma. “Eu espero que ele não ocupe a cadeira que deixarei em 2021”, aponta a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
"Marco Aurélio deixará o Supremo após Celso de Mello. É dele, portanto, a segunda vaga na corte para a qual Jair Bolsonaro escolherá um substituto. O ministro, que já havia dito que Moro não é 'vocacionado' à magistratura, reiterou a crítica. Para ele, com a divulgação dos diálogos entre o ex-juiz e procuradores, 'a máscara caiu'”, escreve ainda a jornalista Daniela Lima, editora do Painel.

SÉRGIO MORO PATROCINOU O “ABAFA DO ABAFA” SOBRE ESCUTA ILEGAL, DIZ MARCELO AULER.


POR FERNANDO BRITO
Marcelo Auler, em seu blog, mostra hoje outra invasão de competência praticada por Sérgio Moro na Operação Lava Jato.
O leitor deve se recordar do episódio do equipamento clandestino de escuta colocado na cela do doleiro Alberto Yousseff que, ao ser encontrado teve como “explicação” o fato de que seria “antigo” e que estaria “desativado”.
Não estava e o agente que o instalou, Dalmey Werlang, em depoimento, afirmou ter sido o responsável pela instalação de grampo ilegal “a mando do delegados Igor Romário de Paula, então Coordenador do Combate ao Crime Organizado, Rosalvo Ferreira Franco, na época superintendente do DPF no Paraná, e Márcio Adriano Anselmo, que coordenava a Operação Lava Jato” no âmbito policial.
A primeira sindicância sobre o fato pela PF, estranhamente, culpou o agente e o delegado que denunciaram o fato. Uma segunda, porém, concluiu que houve, de fato, a escuta ilegal, que produziu 260 horas de gravação, mantidas em sigilo.
Nesta, exorbitando suas funções, o Ministério Público e o próprio Sérgio Moro fizeram o “abafa do abafa” e isto está bem claro nos documentos – oficiais – produzidos no caso.
Auler revela que em 20 de julho de 2017, o delegado federal Marcio Magno de Carvalho Xavier pede ao Juiz Nivaldo Brunoni, da 23 Vara Federal de Curitiba, onde o inquerito tramitava, mais prazo para concluí-lo, mesmo, segundo escreve, estranhando que “os procuradores atipicamente requereram o arquivamento do Inquérito Policial, antes mesmo da realização de diligências básicas e da confecção do relatório final“.
Foi arquivado assim mesmo e, desta forma não se soube que os autos registravam a interferência ilegal de Moro na primeira sindicância, onde “a própria corregedora da Superintendência da PF no Paraná , delegada Rosicleya Baron de Albuquerque Barradas, encaminhou ao juiz a sindicância antes dela ter sido concluída.”
Atendeu um pedido do juiz, como revelou, em depoimento oficial, o delegado federal Maurício Moscardi Grilo, em fevereiro de 2017. Foi Moscardi quem presidiu aquela investigação interna que, segundo ficou provado posteriormente, tinha o intuito de abafar a utilização de uma escuta ambiental na cela, sem qualquer autorização legal.
O vídeo do depoimento do delegado Moscardi revela a interferência de Moro, ilegal, abusiva e, ao que tudo indica, destinada a fazer sumir aquele “deslize” de Sua Excelência. Veja:

EX-SENADORES ROMERO JUCÁ (PMDB) E SÉRGIO MACHADO (PSDB) VIRAM RÉUS NA LAVA JATO, POR CORRUPÇÃO PASSIVA E LAVAGEM DE DINHEIRO.


publicado 18/07/2019
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Romero Jucá (MDB), ex-senador, e Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras), viraram réus na Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) foi aceita pelo juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Segundo o MPF, Jucá e Machado demandaram pagamento de R$ 22,4 milhões à empreiteira Galvão Engenharia.
Além disso, foram feitos pagamentos ilícitos de ao menos R$ 1 milhão a Jucá em 2010.
Em tempo: o amigo navegante há de se lembrar que Jucá e Machado são os dois personagens de um dos mais marcantes diálogos da Operação Lava Jato. Em maio de 2016, veio à tona a famosa máxima "um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo".