VIRADA... TRIBUNAL DERRUBA SENTENÇA "COPIA E COLA" DE SUBSTITUTA DE MORO

LULA AO VIVO

LULA PARTICIPA DA REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DO PT EM SALVADOR

"Onde está o presidente?", questiona a tia de Ketellen em enterro




247 - A menina Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, de 5 anos, foi sepultada por familiares e amigos nesta quinta-feira (14), no Cemitério do Murundu, em Realengo, no Rio de Janeiro, num clima de muita indignação. 
"Onde está o presidente? Onde está o governador?", questionou a tia da menina segurando a camiseta de escola suja de sangue pouco antes do cortejo.
Segundo o jornal Extra, o pai da criança, Augusto Alves de Oliveira, carregou o caixão da filha. Muito emocionada e amparada por familiares, a mãe da menina usava uma camiseta com uma foto de Ketellen e os dizeres: “Keke, nós te amamos”.
A menina foi atingida por um tiro na perna quando seguia para Escola Municipal Stella Guerra Duval acompanhada com a mãe. De acordo com a polícia, criminosos passaram em um carro e efetuaram disparos contra Davi Gabriel Martins do Nascimento, de 17 anos, que se encontrava no local, tinha envolvimento com o tráfico de drogas e era o alvo dos bandidos.

EIS A OPINIÃO DO EX-PRESIDENTE GENERAL ERNESTO GEISEL, EM 1993: “BOLSONARO É UM MAU MILITAR”


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Antonio Santos Aquino
Na época, a declaração do ex- presidente Ernesto Geisel sobre Jair Bolsonaro até passou meio despercebida, mas agora é uma bomba. O fato ocorrido e indesmentível foi que o general Ernesto Geisel, depois de muito assédio, em 1993 deu uma entrevista para Maria Celina d’Araújo e Celso Castro, no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Uma das perguntas feitas ao ex-presidente foi a seguinte: “O que é mais forte: a pressão dos civis batendo nas portas dos quartéis ou a aspiração de alguns militares querendo liderar politicamente o país?”
RESPOSTA DO GENERAL: “Entre nós no Brasil a vinculação dos militares com a política é tradicional. Isso vem da nossa formação. O que houve no Império? Quantos políticos quiseram ser militares através da Guarda Nacional? Quantos generais foram políticos? Sempre houve militares envolvidos na política e isso continuou com a República: por exemplo, o problema do Hermes da Fonceca na campanha civilista do Rui Barbosa. É sempre a política entrando no Exército. Isso é mais ou menos tradicional. Tenho a impressão de que, à medida que o país se desenvolve, essa interferência vai diminuindo. Presentemente, o que há de militares no Congresso? Não contemos com o Bolsonaro, porque o Bolsonaro é um caso completamente fora do normal; inclusive, um mau militar”.
São estas as palavras do general e ex-presidente Ernesto Geisel, um dos mais renomados chefes militares. Parece que estava adivinhando que no futuro Bolsonaro seria candidato a presidente, e então deixou este alerta ao povo brasileiro.
INDULTADO – O frequentador do Blog Virgilio Tamberlini, que se apresenta como “Indultado”, já abordou esse assunto. Como eu há dois anos dizia ter um documento falando de Bolsonaro que seria uma bomba, e que eu daria a algum político se ninguém o publicasse, estou repercurtindo o que foi dito por “Indultado”.
Este depoimento do general Geisel foi transformado em livro, o que não deixa de ser um documento. Detalhe final: O que escrevo não é “ipsis literis”. Postado em 23 de junho de 2018, 19:10 by Tribuna da Internet. http://www.tribunadainternet.com.br/eis-a-opiniao-do-general-ernesto-geisel-em-1993-bolsonaro-e-um-mau-militar/

BILENKY, O TUÍTE E A HISTÓRIA FALSA DA ASSESSORIA DE BOLSONARO


Resultado de imagem para BOLSONARO
Recolhida, durante as horas do que ela própria chamou de “tempestade no Twitter”, a repórter Thais Bilenky, antes na Folha e agora na Piauí, publicou agora à noite nesta revista um texto sobre o Twitter que postara dizendo que a assessoria de Jair Bolsonaro comunicou que ele regressara ao Rio, do dia da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, por causa de uma “intoxicação alimentar”. Nele, deixa a conclusão de que a assessoria do então deputado mentira.
“Cerca de nove horas antes do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, a assessoria do então deputado federal Jair Bolsonaro me disse, em um telefonema, que o pré-candidato a presidente tinha dado uma trégua na agenda de campanha. O motivo era uma intoxicação alimentar, afirmou o assessor. Dada a convalescença, o deputado teria antecipado seu retorno de Brasília ao Rio de Janeiro, onde morava, conforme a assessoria de Bolsonaro.”(…)
No entanto, a informação sobre o retorno antecipado de Bolsonaro ao Rio naquele 14 de março não se comprova. No mesmo dia, ele aparece em um vídeo (veja a foto) durante uma sessão da Câmara dos Deputados, por volta das 20h05.”
É jornalismo, o que está faltando neste caso. Poderia ter sido evitado se apresentada a passagem de volta utilizada pelo deputado, o que foi, também, objeto de apuração por Bilenky, infelizmente sem explicações e com um sigilo que se alega num bilhete comprado com recursos públicos, não como algo privado:
Bolsonaro emitiu duas passagens naquele 14 de março de 2018, ambas saindo de Brasília com destino ao Rio. Uma delas foi reembolsada no dia seguinte. O site da Câmara não disponibilizou detalhes como o dia do voo efetivamente nem os horários. Ambas eram da Gol. Solicitei tais informações à Câmara, que ainda não retornou. Por meio de sua assessoria, a Gol afirmou que não fornece informações sobre seus passageiros e bilhetes emitidos.
Não haveria razões para que Bolsonaro fosse incluído nas investigações do caso Marielle, mesmo sendo vizinho próximo do suposto assassino, mas passou a haver quando um porteiro anotou sua casa como destino do motorista do crime e assegurou que foi o “Seu Jair” quem autorizou sua entrada.
Mas isso virou um festival de encobrimentos e irregularidades. Que é preciso para que se faça o que Thais Bilenky fez: apurar, verificar e expor o que é verdade e o que é mentira, como a que ela ouviu de assessores. POR 

TRF-4 ANULA SENTENÇA “COPIA DE COLA” DE GABRIELA HARDT. E PARA LULA, VALE?


O TRF-4 anulou hoje uma sentença da Juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro quando este virou ministro de Jair Bolsonaro e que condenou Lula no processo conhecido como do do “Sítio de Atibaia”.
Em outro caso, sua decisão foi anulada porque ela simplesmente “copiou e colou” posição de terceiros, neste caso do Ministério Público, como ficou comprovado por perícia.
Para os desembargadores, isso viola o princípio de que as decisões judiciais têm de ser fundamentadas e, portanto, não podem “reproduzir, como seus, argumentos de terceiro, copiando peça processual sem indicação da fonte, [o que] não é admissível.
Ocorre que Gabriela Hardt fez o mesmo na sentença com que condenou Lula, desta vez copiando e colando a sentença de Sérgio Moro no caso do triplex, ao ponto de chamar de “apartamento” o sitio de Atibaia.
A alegação de Lula se sustenta, até, em laudo pericial, que diz claramente sobre os trechos copiados:
“Essas aferições preambulares, acima reportadas, que prenunciam a unidade dos textos, transforma-se na certeza técnica de que a Sentença do Sítio foi superposta ao arquivo de Texto da Sentença do Triplex, diante das múltiplas e extremamente singulares ‘coincidências’ terminológicas, com fraseologias marcantes repetidas com obediência às mesmas ordenações, dentro dos dois pronunciamentos em comento.”
Em bom português, a sentença de Hardt foi copiada, com adaptações ( e nem sempre, como no caso do sítio que vira apartamento) por alguém que, em outro caso, já mostrou se servir do mesmo expediente fraudulento para mandar pessoas para a cadeia.
o problema é que, para Lula, no TRF-4, argumentos costumam não funcionar.
Mas, depois desta, mesmo que cometam o absurdo de confirmar a sentença, ela está morta no STJ, porque é escandaloso que não valha o “CTRL+C/CRTL+V” para outros, mas para Lula isso sirva. POR FERNANDO BRITO

Lula participa da Reunião da Executiva Nacional do PT em Salvador

Governo Bolsonaro age para destruir Jornalismo com MP inconstitucional



Postado por Magno Martins
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e seus sindicatos filiados em todo o país denunciam a inconstitucionalidade da Medida Provisória 905/2019, que revoga a obrigatoriedade de registro para atuação profissional de jornalistas (artigos do Decreto-Lei 972/1969) e de outras 13 profissões. A Medida Provisória mantém o registro de classe somente para as profissões em que existem conselhos profissionais atuando (como advocacia, medicina, engenharias, serviço social, educação física, entre outros).
Dez anos depois da derrubada do diploma de nível superior específico como critério de acesso à profissão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a MP publicada ontem (12/11) no Diário Oficial da União é mais um passo rumo à precarização do exercício da profissão de jornalista, uma atividade de natureza social ligada à concretização do direito humano à comunicação. Na prática, sem qualquer tipo de registro de categoria, o Estado brasileiro passa a permitir, de maneira irresponsável, o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas, prejudicando toda a sociedade.
A FENAJ denuncia que o governo de Jair Bolsonaro constrói uma narrativa, desde a posse na Presidência, para deslegitimar a atuação dos jornalistas no exercício profissional. Agora, utiliza a MP 905/19 para, mais uma vez, atacar a profissão, os jornalistas e o produto da atividade jornalística: as notícias.
A FENAJ entende que a MP estabelece uma nova Reforma Trabalhista com a criação da carteira “Verde e Amarela” e a alteração de diversos itens da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), especialmente os relacionados a controle de jornada diária e trabalho aos fins de semana para o setor de comércio e serviços, o que também prejudica a categoria dos jornalistas profissionais. A jornada de trabalho de cinco horas diárias para jornalistas é estabelecida no artigo 303 da CLT e sua ampliação para até duas horas diárias está estabelecida no artigo 304. A MP estabelece o fim da notificação da ampliação de jornada aos órgãos de fiscalização.

BRUMADINHO: NOVA VÍTIMA DO ROMPIMENTO DA BARRAGEM É ENCONTRADA

Com isso o número de pessoas mortas no episódio sobe para 253. Ainda há 17 desaparecidos.
Bombeiros encontram mais um corpo em Brumadinho (CBMMG/Divulgação)
Da Agência Brasil

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais encontrou mais uma vítima do rompimento da barragem da Vale na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais. Com isso o número de pessoas mortas no episódio sobe para 253. No total, 395 pessoas foram localizadas.
Nove meses após o caso, 17 pessoas ainda seguem desaparecidas. O Corpo de Bombeiro permanece realizando buscas para encontrar os corpos. A barragem se rompeu em janeiro deste ano, resultando em mortes e na destruição de casas e equipamentos públicos na cidade, que fica próxima à capital mineira, Belo Horizonte.
Os bombeiros acharam apenas uma parte do corpo, nomeada tecnicamente de “segmento toráxico”, que reúne coluna e crânio. Segundo a corporação, partes menores encontradas são encaminhadas para perícia, pois podem ser de um corpo ou de animais. Neste caso, não houve dúvida por parte das equipes.
Na semana passada, a Agência Nacional de Mineração (ANM) divulgou relatório técnico assinalando que a tragédia poderia ter sido evitada se a Vale tivesse prestado informações corretas ao Sistema de Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração (SIGBM). O órgão fez 24 autuações à Vale.
Também na semana passada, a Comissão Parlamentar de Inquérito criada para avaliar o caso concluiu os trabalhos com o indiciamento da Vale e da companhia alemã Tuv Sud, além de 22 pessoas das duas empresas por homicídio doloso.
Na segunda-feira, os jornalistas mineiros Lucas Ragazzi e Murilo Rocha lançaram a obra Livro reportagem de Brumadinho: a engenharia de um crime (Editora Letramento). Em entrevista à Agência Brasil, Murilo Rocha classificou o episódio como uma “uma tragédia provavelmente motivada por alguns atos tipificados pela Polícia Federal como criminosos”.

FALTA CORAGEM CÍVICA AO DEPUTADO RAUL HENRY, PRESIDENTE ESTADUAL DO MDB



Não teve a repercussão esperada o ato de filiação do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ao MDB, segunda-feira passada, naquela cidade sertaneja. Embora só tenha faltado o senador Jarbas Vasconcelos, estavam lá o presidente nacional Baleia Rossi (SP), o presidente estadual Raul Henry, o governador do DF, Ibaneis Rocha, e o senador anfitrião Fernando Bezerra Coelho, pai do prefeito.
FBC fez o discurso mais incisivo, colocando a bola na marca do pênalti para Henry fazer o gol, quando o lançou candidato à Prefeitura do Recife. O acanhamento, típico da personalidade dele (Henry), ou frouxura, impediram que a solenidade reverberasse. O deputado, de perfil urbano, identificado com as causas da capital, só não será candidato se não quiser.
Baleia Rossi disse que da parte da direção nacional não faltará oxigênio (apoio logístico, político e financeiro). Henry, entretanto, ainda não criou a chamada coragem cívica. Por Magno Martins

O JORNALISTA AUGUSTO NUNES SENTE NA NUCA O BAFO QUENTE DE GILMAR MENDES E PREVÊ NULIDADE DO CASO TRÍPLEX NO STF



O jornalista Augusto Nunes, um dos expoentes da extrema-direita na velha mídia, já sente na nuca o bafo quente do ministro Gilmar Mendes e prevê a nulidade do caso tríplex no Supremo Tribunal Federal.

Pelo Twitter, Nunes acusa Gilmar de limpar a ficha do ex-presidente Lula juntamente com “comparsas” no STF –provavelmente os demais cinco ministros da Corte que decidiram contra a prisão após condenação em 2ª instância– para “tramar a anulação do processo sobre o tríplex do Guarujá”.
O “Valentão da Record” surtou porque o Supremo está na iminência de julgar ainda este mês a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro neste caso que condenou e prendeu o ex-presidente Lula, inconstitucionalmente, por 580 dias.
“Só a pressão do povo nas ruas deterá a ofensiva dos juízes de araque que agem no faroeste à brasileira para defender os bandidos e punir os homens da lei”, exortou Augusto Nunes, incomodado com o bafo quente de Gilmar Mendes.
O jornalista foi recentemente contratado pela TV Record depois de agredir o também jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que o chamou de “covarde” na rádio Jovem Pan. https://www.esmaelmorais.com.br/2019/11/augusto-nunes-sente-na-nuca-o-bafo-quente-de-gilmar-mendes-e-preve-nulidade-do-caso-triplex-no-stf/

FILME ‘MARIGHELLA’ DE WAGNER MOURA VIRA SÉRIE DA REDE GLOBO EM 2020



O filme “Marighella”, que conta a história do guerrilheiro e militante contra a ditadura militar brasileira, Carlos Marighella, vai virar série em quatro episódios na Rede Globo em 2020. Wagner Moura, 43, dirigiu o longa que é estrelado por Seu Jorge, Adriana Esteves e Humberto Carrão.

Marcada para 20 de novembro, quando se comemora o dia da Consciência Negra, a estreia de “Marighella”, cinebiografia do guerrilheiro comunista dirigida por Wagner Moura, foi cancelada por seus produtores. A produção do filme afirma que “a O2 Filmes não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Agência Nacional do Cinema (Ancine)”. Moura afirmou que o Brasil está “completamente polarizado”, e que seu filme sobre o militante de esquerda, Carlos Marighella, provavelmente será recebido com protestos pela parcela da população que apoia o atual governo de Jair Bolsonaro.
O Brasil “está completamente dividido, polarizado, de uma maneira muito estúpida”, disse em uma entrevista coletiva durante o festival internacional de cinema de Santiago, onde seu filme “Marighella” foi exibido pela primeira vez na América Latina, em agosto deste ano. “Creio que haverá um cinturão de amor ao redor do filme por parte das pessoas que querem vê-lo agora, neste momento do país, mas a coisa está tão feia que é possível que haja gente nas salas gritando ou impedindo sua projeção”, acrescentou.
Inspirado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães, a trama de R$ 10 milhões acompanha os últimos cinco anos de vida do protagonista. O enredo tem início com as consequências imediatas do golpe militar, em 1964, e prossegue até o assassinato do guerrilheiro, em 1969, numa operação da polícia que é um dos marcos do fim da guerrilha urbana durante a ditadura. 

BOLSONARO QUER O FIM DA OBRIGAÇÃO DOS GOVERNOS DE CONSTRUIR ESCOLAS



O presidente Bolsonaro e seu ministro do desemprego Paulo Guedes querem tirar da Constituição Federal a obrigação dos estados e municípios de construírem escolas públicas para suprir as necessidades da população. A ideia é mandar os estudantes direto para a rede privada de ensino.

A ideia absurda consta da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Pacto Federativo. Atualmente o Estado é obrigado a acolher todas as crianças em escolas públicas próximas das suas casas.
Na falta de escolas públicas, o governo vai pagar para as crianças irem para as privadas. É o tiro de misericórdia na já combalida educação pública dos estados e municípios.
Com informações da Folha de São Paulo.

PARLAMENTARES COMENTAM DECLARAÇÃO DE BOLSONARO SOBRE MOURÃO: 'SE TRATA ASSIM O VICE, IMAGINEM OS SUBALTERNOS'


Planalto gastará R$ 7,1 mi com carros para famílias de Bolsonaro e Mourão
247 - O arrependimento público de Jair Bolsonaro sobre a escolha de Hamilton Mourão para o cargo de vice-presidente durante a reunião que chancelou a criação de seu novo partido, Aliança pelo Brasil, repercutiu nesta quarta-feira (13) entre os parlamentares. Segundo presentes, durante o encontro, Bolsonaro se dirigiu a Luiz Philippe de Orleans e Bragança e disse que tinha uma dívida eterna com o ‘príncipe’. “Você deveria ter sido meu vice, e não esse Mourão aí. Eu casei, casei errado”, teria dito Bolsonaro.
Ex-aliado do presidente, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) não teve papas na língua. “Como você é mentiroso, Jair Bolsonaro, fale para o Brasil por qual motivo você não colocou o ‘Frozen’ e chamou o Mourão. Fale da ligação às 5 horas da manhã”, escreveu em sua conta no Twitter. Sem contar o porquê, Frota afirmou que Bolsonaro telefonou para seu celular do aeroporto do Rio de Janeiro pedindo o número do Levy Fidelis, presidente do partido do vice de Bolsonaro, para que este pudesse entrar em contato com Mourão.
O deputado Bohn Gass (PT-RS) expressou surpresa com a forma de tratamento concedida a Mourão. “Se ele trata desta forma o seu próprio vice, que é um general, pode-se imaginar o que Bolsonaro não faz com outros subalternos menos graduados...”.
“Jair Bolsonaro, além de tudo, é um mau caráter total, incapaz, ingrato, dependente das loucuras dos filhos. Essa sobre o vice Mourão mostra bem claramente o quanto ele é pusilânime!”, comentou o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA).
O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP), aproveitou para lembrar da relação do atual presidente com a milícia do Rio. “Bolsonaro brigou com o PSL; brigou com seu braço direito, (Gustavo) Bebbiano; brigou com o vice Mourão; brigou com deputados que sempre o defenderam; brigou com Venezuela, Argentina e China; brigou com (Emmanuel) Macron; brigou com o Supremo Tribunal Federal (STF); brigou com governadores; mas está de bem com as milícias”, comentou.
À Revista Crusoé, no entanto, o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) confirmou a versão de que Bolsonaro haveria descartado seu nome como vice em razão de um suposto dossiê falso, com fotos em uma "suruba gay ou batendo em mendigo". Mas disse que o dossiê teria sido uma armação de Bebbiano.

GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO WITZEL RESPONSABILIZA GOVERNO BOLSONARO PELA MORTE DE MAIS UMA CRIANÇA NO RIO


O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
Revista Forum - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, usou o Twitter para responsabilizar o governo de Jair Bolsonaro pelo brutal assassinato da menina Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, de apenas 5 anos, vítima de uma bala perdida.
“Lamento a morte da menina Ketellen, em Realengo, vítima de tiroteio entre bandidos. Determinei à Polícia Civil a apuração rigorosa desse crime e dos outros que atingiram seis crianças neste ano”, tuitou.
Em seguida, disparou contra o governo: “Impedir a entrada de drogas e armas no país é responsabilidade do Governo Federal. A falta de combatividade, em nível federal, do tráfico de drogas e armas, acaba alimentando essa guerra insana que existe nos estados”.

Advogado orientou Carluxo a apagar perfis das redes para despistar CPI das Fake News



O vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) seguiu orientação dos advogados para apagar seus perfis em redes sociais antes do depoimento que deve prestar à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News no Congresso.

De acordo com informações da coluna de Guilherme Amado nesta quinta-feira (14), o filho de Jair Bolsonaro atendeu a um conselho dos advogados, que previram mais exposição sobre a ligação dele com a milícia virtual bolsonarista por causa do “power point” preparado por Joice Hasselmann (PSL-SP) que será apresentado à CPI.

Carluxo também estaria irritado com reprimendas feitas pelo pai, que já havia pedido moderação nas postagens do Twitter.
O vereador licenciado é dos líderes da ala mais radical do bolsonarismo e aliado do escritor Olavo de Carvalho.
O assunto fake news voltou a ganhar destaque nas páginas da imprensa nas eleições presidenciais do ano passado, quando houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) financiada por empresas e que teve como base a divulgação de notícias falsas no WhatsApp para prejudicá-lo e favorecer Jair Bolsonaro.

Conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo, cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan.
No mês passado, o WhatsApp admitiu que a eleição teve uso de envios massivos de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.

“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas”, afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo, segundo outra reportagem do jornal paulista. https://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=106441

JORNALISTA LUIZ NASSIF DESTACA QUE O SISTEMA DE TELEFONIA DO CONDOMÍNIO ONDE MORA BOLSONARO "PERMITE TRANSFERIR LIGAÇÕES PARA CELULARES".


247 - O jornalista Luis Nassif comenta sobre o caso Marielle Franco (PSOL) e destaca que o sistema de telefonia do condomínio onde mora Jair Bolsonaro no Rio "permite transferir ligações para celulares". Nassif também levanta a hipótese (apenas uma hipótese) do que poderia ter acontecido no dia 14 de março de 2018. "Ao chegar ao condomínio, Élcio deu o número da casa de Bolsonaro", diz ele. Élcio foi quem dirigiu o carro de onde partiram os tiros que mataram a então vereadora.
"O porteiro ligou para o celular anexado ao número, Bolsonaro atendeu em Brasília e autorizou a entrada. E Élcio rumou para a casa de Ronnie Lessa, que fica na mesma rua da casa de Bolsonaro, cerca de duas ou três casas depois", continua o jornalista ainda fazendo uma hipótese. "Quando a reunião foi identificada, após perícia no celular de Ronnie Lessa, os Bolsonaro foram informados por aliados infiltrados nas investigações, que atrasaram a perícia a fim de permitir que as provas fossem alteradas".
Leia a íntegra do texto

MOURÃO, CARLUXO E O “PEDE PRA SAIR” DE BOLSONARO


POR FERNANDO BRITO 
Nem dá para comentar politicamente a atitude de Jair Bolsonaro ao dizer, de público, que “casou errado” ao chamar “e não esse Mourão aí” para ser seu vice-presidente, como está na Folha.
Especula-se apenas qual a razão do coice e a explicação prosaica mais provável é a de que foi uma “compensação” a Carlos Bolsonaro, filho e ajudante-de-ordens do pai, que ontem acabou saindo se seu quartel das redes sociais.
As consequências são difíceis de prever, porque saiu da política para o campo da vergonha na cara.
Na dele, general Hamílton Mourão, e na de todos os militares que se tornaram cúmplice da desastrosa aventura que colocou o ex-capitão – um mau militar, nas palavras de Ernesto Geisel – como seu comandante supremo.
Um homem ou uma mulher de algum brio, diante desta declaração de seu – vê-se agora, apenas suposto – companheiro, pegaria sua trouxa e se afastaria.
Fará isso Mourão? Farão isso seus ex-companheiros de farda, diante da humilhação pública, gratuita e mau-caráter, de Jair Bolsonaro?
Em outros tempos, a resposta seria seguramente sim. Hoje, duvida-se.
Nem mesmo pela sustentação militar, que o ex-cabo, digo, ex-capitão supõe – e não sem razão – ter na tropa e nas forças que lhe são mais fiéis: a polícia e seu entorno miliciano.
É possível que saia algum desmentido capenga, na base do “a extrema-imprensa quer nos intrigar” – para salvar a cara do general e o poder de seus colegas enganchados – engajados já é palavra superada – no governo.
Mas todos eles sabem que é verdade.

“MAU MILITAR. SÓ NÃO PERDEU O POSTO DE CAPITÃO POR CAUSA DE UM GENERAL AMIGO”, DISSE O EX-MINISTRO JARBAS PASSARINHO SOBRE BOLSONARO. CLIQUE... https://www.diariodocentrodomundo.com.br/mau-militar-so-nao-perdeu-o-posto-de-capitao-por-causa-de-um-general-amigo-disse-jarbas-passarinho-sobre-bolsonaro/

EIS A OPINIÃO DO EX-PRESIDENTE DO BRASIL GENERAL ERNESTO GEISEL, EM 1993: “BOLSONARO É UM MAU MILITAR”.

GRAMPO EM CELA DA LAVA JATO SE REPETE NA VAZA JATO


Por Marcelo Auler, em seu blog e para o Jornalistas pela Democracia - A Polícia Federal – desta vez, em Brasília – comandada pelo ministro Sérgio Moro volta a apelar aos métodos nada ortodoxos da Lava Jato. Sem maiores alardes da imprensa – notícias a respeito saíram apenas no site do Estadão, na segunda-feira (11/11) e nesta terça-feira (12/11), sem serem republicadas nas edições impressas – o microfone de um equipamento de gravação (grampo) foi localizado embutido no chuveiros de uma das celas da Superintendência do Departamento de Polícia Federal na capital (SR/DPF/DF).  Na cela estavam dois acusados de hackear o celular do procurador da República Deltan Dallagnol, da Força Tarefa de Curitiba, presos em consequência da Operação Spoofing: Thiago Eliezer Martins e Danilo Marques, motorista de aplicativo preso na cidade de Araraquara (SP) na primeira fase da Spoofing, há quatro meses.
Walter Delgatti Neto, o ‘Vermelho’, que está recolhido na Penitenciária da Papuda, foi levado à cela da Políicia Federal após o grampo ser instalado, sem que lhe tomassem o depoimento como tinham dito que ocorreria. Entendeu, depois, que queriam apenas captar suas conversas
Trata-se do mesmo método utilizado pela Lava Jato, em março de 2014, quando da deflagração de sua primeira fase, aquela que prendeu um grupo de doleiros. No caso de Curitiba, como se verificaria um ano depois, o grampo que captou mais de 260 horas de conversas entre os presos era ilegal.
Da escuta localizada na cela de Brasília ainda não se sabe da legalidade, tal como admite o defensor público federal Igor Roque, responsável pela defesa de Marques. Ele, como narrou ao Estadão, buscou informações a respeito:
“Nós estivemos com o delegado do caso e ele disse que desconhecia a escuta. A gente não teve acesso ao inquérito completo, não sabe se isso está sendo investigado, pois está sigiloso. Uma gravação seria de uma gravidade absurda”.
Segunda-feira (11/11), ao visitar Vermelho na Papuda, colheu maiores informações, como publicado no site do jornal, na terça feira:
Roque encontrou Walter na “ala de vulneráveis” da Papuda. Vermelho disse que foi conduzido para a superintendência para prestar depoimento.  O que o suspeito se queixou, logo de início, é que nenhum depoimento teria sido colhido durante os quatro dias em que esteve na carceragem. Walter reclama, por isso, que foi levado para a superintendência “apenas para ser gravado”.
Um dia antes de Walter chegar à carceragem, relatou ele, a área de banho de sol dos presos da Spoofing foi completamente fechada. “Isso o Walter ficou sabendo com o Thiago e o Molição. Pelo que ele me contou, tem um local de banho de sol que é dividido, colado com a parede da cela. Nessa parede, no canto superior, tem um cano no alto para fazer circulação de ar. Ele disse que, no dia anterior à chegada dele, o Thiago e o Molição foram retirados de lá para serem ouvidos em outra unidade da PF. Depois, eles voltaram”.
(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

SOBE PARA 10 O NÚMERO DE MORTOS, NA BOLÍVIA

Desde domingo, uma onda de violência tomou conta de diversas partes do país, com saques, incêndios e outros distúrbios.
Foto: Henry Romero/Reuters
Da Veja - Por EFE
Aumentou para dez o número de mortos nos conflitos que ocorrem na Bolívia desde 20 de outubro, oito deles devido a projéteis de armas de fogo”, informou a Produradoria-Geral nesta quarta-feira.
“O IDIF realizou a análise forense de dez corpos a nível nacional. Quatro são de Santa Cruz, três de Cochabamba, dois de La Paz e um de Potosí. Do total de casos, oito perderam a vida por projéteis de armas de fogo”, disse Flores.
Nas últimas horas, foi confirmada a morte de um jovem de 20 anos na cidade de Montero, no leste de Santa Cruz, por disparo de arma de fogo. Na mesma região, em Yapacaní foi realizada a análise forense de uma pessoa não identificada, de 16 a 20 anos, que morreu da mesma forma.
Os dados foram confirmados pelo diretor do Instituto de Investigações Forenses (IDIF), Andrés Flores, segundo comunicado do Ministério Público.
A Bolívia está imersa em uma crise desde as eleições, quando Evo Morales foi reeleito para o quarto mandato consecutivo em meio às denúncias de fraude no processo eleitoral.
Após os militares pedirem a saída do presidente, e também depois de uma auditoria da Organização dos Estados Americanos (OEA) que apontou irregularidades no pleito, Morales renunciou ao cargo no domingo passado e aceitou o asilo oferecido pelo México, onde está neste momento.
Desde domingo, uma onda de violência tomou conta de diversas partes do país, com saques, incêndios e outros distúrbios. As Forças Armadas passaram a atuar em conjunto com a polícia, que pediu ajuda para frear o vandalismo, principalmente nas cidades de La Paz e El Alto.

JUSTIÇA PROÍBE ITAIPU DE TRANSFERIR NAMORADA DO EX-PRESIDENTE LULA PARA FOZ DO IGUAÇU



A socióloga Rosângela da Silva, a Janja, namorada do ex-presidente Lula, não poderá ser transferida pela Itaipu Binacional para a cidade de Foz do Iguaçu, a 635 km de Curitiba. A decisão é da Justiça do Trabalho do Paraná.

Além de Janja, a juíza Christiane Bimbatti, da 4ª Vara de Curitiba, também deferiu o pedido de outros 150 funcionários da empresa de energia que atuam na sede da capital paranaense. A Itaipu havia determinado a transferência dos funcionários de Curitiba para Foz em maio deste ano. A magistrada atendeu a um pedido do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de. Produção, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica de Fontes Hídricas, Térmicas e Alternativas de Foz do Iguaçu, o SINEFI.
Quanto a Janja, a namorada de Lula, a decisão de hoje (13) pode ter vindo tarde. A companheira do ex-presidente Lula pretende deixar o emprego na Itaipu Binacional nos próximos dias. De acordo com a sentença da juíza, a Itaipu não conseguiu justificar o motivo das transferências dos funcionários e não apresentou comprovação material da necessidade da empresa.
“Destaque-se que o único documento a embasar a decisão de transferência dos empregados é a própria determinação, e, portanto, vontade, da empregadora. Segundo este documento, a decisão foi tomada por ‘necessidade de adoção de medidas administrativas para otimização de recursos’, sendo uma dessas medidas ‘a concentração do processo decisório e da execução dos processos empresariais das diversas diretorias em Foz do Iguaçu’”, escreveu a magistrada.
Portanto, #JanjaLivre!
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