PLANTÃO DA GLOBO PARA PROGRAMAÇÃO DA TV PARA ANUNCIAR AS 500 MIL MORTES POR COVID19 NO BRASIL

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SENADORES DA CPI LAMENTAM 500 MIL MORTES POR COVID-19 NO BRASIL

renan, aziz e randolfe da cpi da covid

O Brasil alcançou neste sábado (19/6) a triste marca de 500 mil vítimas de covid-19. O número foi divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa, a partir das informações das secretarias de saúde dos estados. Senadores integrantes da CPI da Covid divulgaram nota lamentando a estatística.

“Asseguramos que os responsáveis pagarão por seus erros, omissões, desprezos e deboches. Não chegamos a esse quadro devastador, desumano, por acaso. Há culpados e eles, no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente. Os crimes contra a humanidade, os morticínios e os genocídios não se apagam, nem prescrevem”, diz a nota de pesar.

Assinam o comunicado os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Otto Alencar (PSD-BA), Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Rogério Carvalho (PT-SE), Eliziane Gama (Cidadania-MA).

Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgado às 18h de hoje, o Brasil contabiliza 500.800 mortes desde o início da pandemia e 17.883.750 de casos confirmados.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prestou solidariedade às famílias pelo Twitter: “Meus sinceros sentimentos às 500 mil famílias brasileiras que perderam alguém para a Covid 19. Uma enorme tristeza nacional. Vamos manter o foco na prevenção e na vacina para todos”.

Redes sociais

Lula sobre meio milhão de mortes pela Covid: "Isso tem nome e é genocídio". "500 mil mortos por uma doença que já tem vacina, em um país que já foi referência mundial em vacinação", destacou o ex-presidente

247 - O Brasil atingiu neste sábado (19) mais de meio milhão de mortos em razão da pandemia da Covid-19. O ex-presidente Lula, pelas redes sociais, destacou que "500 mil mortos por uma doença que já tem vacina, em um país que já foi referência mundial em vacinação".

"Isso tem nome e é genocídio. Minha solidariedade ao povo brasileiro", expressou o ex-presidente.

Craque Da Seleção Brasileira Pede Mais Vacinas E Amparo Do Governo. Everton Ribeiro Ainda Destacou Que Era Contra A Realização Da Copa América No Brasil Neste Momento

Revista Fórum - Não é só nas ruas que os brasileiros estão pedindo por mais vacinas contra a Covid-19. Enquanto as manifestações massivas contra Jair Bolsonaro aconteciam em mais de 400 cidades no Brasil e no mundo, no âmbito do #19J, o meio-campista da seleção brasileira Everton Ribeiro, em coletiva de imprensa na Granja Comary (RJ) neste sábado (19), comentava a difícil situação pela qual o país passa.

“O momento é aquele que ninguém quer que continue. Acredito que todos os brasileiros estão esperando que isso passe o mais rápido possível, que mais e mais vacinas possam chegar”, disse o jogador.

Ribeiro ainda reforçou que ele e a equipe eram contra a realização da Copa América no Brasil neste momento. Ao todo, há 82 registros, até o momento, de jogadores, comissão técnica e outros envolvidos no torneio de futebol que testaram positivo para a Covid-19.

Leia a reportagem completa na Revista Fórum.

Jornal Nacional faz matéria sobre os atos contra Bolsonaro em todo o país. Principal telejornal deu amplo destaque às manifestações e chamou a atenção para a preocupação dos manifestantes em usar máscara

Apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos

Revista Fórum - O Jornal Nacional, da Globo, deu amplo destaque para as manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro que foram realizadas em todo o país neste sábado (19). “Milhares foram às ruas neste dia em que o Brasil bateu a marca de 500 mil mortos por Covid-19”, disse a âncora Renata Vasconcellos.

A reportagem, que durou mais de 5 minutos, mostrou imagens dos atos nas capitais e deu destaque para as reivindicações: a saída de Jair Bolsonaro da presidência, mais vacinas contra a Covid-19 para todos e contra a fome e o desemprego.

“Era possível observar a preocupação com as medidas sanitárias. A maioria dos manifestantes usava máscara”, pontuou William Bonner. Assista abaixo.

Fonte: https://www.brasil247.com/midia/jornal-nacional-faz-longa-materia-sobre-os-atos-contra-bolsonaro-em-todo-o-pais

BRASIL CHEGA AOS 500 MIL MORTOS PELA COVID-19 COM UM GOVERNO NEGACIONISTA E VACINAÇÃO ATRASADA

Brasil chega aos 500 mil mortos pela Covid-19 com um governo negacionista e vacinação atrasada

247 - Com um governo negacionista e vacinação atrasada, o Brasil atingiu neste sábado (19) a marca de 500 mil mortes por covid-19. Foram 1.401 mortes desde as 20h de sexta-feira (18), o que levou o total de óbitos a 500.022. Os dados foram coletados pelo consórcio de veículos de imprensa, junto às secretarias estaduais de Saúde.

Segundo reportagem do portal UOL, o país ultrapassou os 500 mil mortos apenas 50 dias depois de chegar à marca de 400 mil e cerca de 15 meses após a confirmação da primeira morte pela doença.

O Brasil demorou 144 dias para chegar aos 100 mil mortos, depois 152 até às 200 mil vítimas, em 7 de janeiro deste ano. Após isso, o intervalo foi diminuindo. Foram 76 até as 300 mil mortes e apenas 36 para contabilizar mais 100 mil e atingir os 400 mil óbitos. O pico de mortes por covid-19 em um único dia no Brasil é 4.249, registrado em 8 de abril.

Basta do genocídio 

Se o governo federal tivesse apresentado interesse na aquisição de vacinas em 2020, muitas das 500 mil mortes poderiam ter sido evitadas. Para dizer não ao genocídio da população brasileira, milhares de manifestantes estão nas ruas do Brasil e em dezenas de países neste sábado (19), exigindo o impeachment de Jair Bolsonaro. 

Os manifestantes também protestam pela intensificação da vacinação, auxílio emergencial de R$ 600, proteção aos povos indígenas e várias outras reivindicações, entre elas está o não à privatização da Eletrobrás, aprovada nesta quinta-feira (17) pelo Senado. https://www.brasil247.com/coronavirus/brasil-chega-aos-500-mil-mortos-pela-covid-19-com-um-governo-negacionista-e-vacinacao-atrasada

“Os crimes de Bolsonaro estão custando vidas, e é por isso que estaremos nas ruas". “Ninguém queria fazer mobilizações e manifestações numa pandemia, mas hoje chegamos a 500 mil mortes pela postura criminosa e genocida do presidente”, diz Guilherme Boulos

247 - O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, participou do ato na Avenida Paulista, neste sábado (19), pelo Fora Bolsonaro. Para ele, as manifestações são necessárias pois, Jair Bolsonaro não deixou qualquer alternativa em meio à pandemia.

“Ninguém queria estar fazendo mobilizações e manifestações no meio de uma pandemia, mas hoje chegamos a 500 mil mortes no País pela postura criminosa e genocida do presidente da República”, declarou Boulos em entrevista à CartaCapital. Segundo ele, não é possível “esperar passivamente  mais um ano e meio até o processo eleitoral”. Ele avalia ainda que “os crimes de Bolsonaro estão custando vidas, e é por isso que estaremos nas ruas”.

Em discurso no ato, Boulos criticou a medida provisória que abre caminho para a privatização da Eletrobras, aprovada pelo Senado na quinta (17): "vai deixar a conta mais cara e atacar a nossa soberania energética". Ele também chamou de "cortina de fumaça" a agenda bolsonarista em defesa do voto impresso.

"Quando [Bolsonaro] vem dizer que se não for do jeito dele, vai ter convulsão, o povo vai pra rua Bolsonaro, vamos passar um recado para você aqui na avenida Paulista: o povo já está na rua e é contra o seu governo", disse.

100 mil na Avenida Paulista pelo "Fora Bolsonaro". Os manifestantes pediam “mais máscara e menos cloroquina” e atribuem à negligência do governo federal o agravamento dos impactos econômicos da pandemia

247 - No dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortes em decorrência da política negacionista frente à pandemia da Covid-19, manifestantes tomaram as ruas em todos o país para pedir mais vacina e o fim do governo de Jair Bolsonaro.

Empunhando cartazes e faixas, mais de 100 mil fecharam parte da Avenida Paulista, em São Paulo. A concentração ocorreu no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Logo, pelo menos quatro quarteirões da avenida foram tomados pelos manifestantes. Mais à frente, um grupo de ciclistas realizou uma bicicletada em homenagem às 500 mil vítimas da pandemia, e também em defesa da democracia.

“O povo brasileiro não pode ter como únicas opções morrer de Covid-19 ou morrer de fome. Por isso estamos nas ruas, para oferecer a possibilidade de melhores condições de vida para o povo brasileiro. Vamos vencer essa luta e essa batalha”, afirmou Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP), uma das entidades organizadoras do ato.

Os manifestantes pediam “mais máscara e menos cloroquina” e atribuem à negligência do governo federal o agravamento dos impactos econômicos da pandemia. “Seu comércio está falindo porque Bolsonaro não comprou vacina”, dizia o cartaz carregado por um manifestante.

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e o lider do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MST), Guilherme Boulos, participaram do ato na Paulista e discursaram para os manifestantes.

A Campanha Nacional Fora Bolsonaro estimou a realização de mais de 450 atos em todo o Brasil e no exterior. Ao menos 21 estados e o Distrito Federal  registraram manifestações. Em cidades como Brasília, DF, Rio de Janeiro, RJ, Recife, PE, dentre outras, foram milhares de manifestantes presentes.

Confira, abaixo, alguns registros do ato.

"AS POLÍTICAS DE BOLSONARO SÃO RESPONSÁVEIS POR 80% DAS MORTES NO BRASIL", DIZ PESQUISADOR PEDRO HALLAL

247 - O epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, em entrevista à TV 247, revelou a atualização dos dados que irá apresentar à CPI da Covid no Senado. Ele descreveu os cálculos que foram realizados para chegar à “grave” constatação de que o governo Bolsonaro é responsável por 80% das mortes pela Covid-19 no Brasil.

Hallal ressalta que os dados não são referentes à EPICOVID, maior pesquisa epidemiológica sobre coronavírus do Brasil e que é coordenada por ele, mas sim de uma outra análise. Ele explicou o método utilizado em artigo publicado no The Lancet que mostra que, em dezembro do ano passado, o governo Bolsonaro era responsável por 75% das mortes pela Covid-19 no país: 

“Eu fiz basicamente o seguinte: qual é o percentual da população mundial que vive no Brasil, qual o percentual das mortes por Covid-19 que estão acontecendo no Brasil, dividindo um número pelo outro, se tem uma relação de cerca de 4 vezes. Ou seja, se o Brasil estivesse na média mundial de enfrentamento da pandemia, não teriam morrido três de cada quatro pessoas que morreram até lá. A gente pode fazer esse cálculo de diversas maneiras e o interessante é que várias formas de fazer esse cálculo tem dado resultados parecidos”.

Pedro está no processo de atualizar os dados para apresentar à CPI o novo resultado. “O spoiler que eu posso dar para vocês é que agora eu incorporei esse período mais recente. E nesse período mais recente a coisa piora, porque nos últimos meses a pandemia melhorou em vários lugares do mundo e piorou no Brasil. Então, hoje a estimativa não é de três a cada quatro mortes, é quatro de cada cinco mortes. Então, a situação é ainda mais grave”, disse o pesquisador. 

“Em outras palavras, um tempo atrás saiu um estudo também no Lancet mostrando que as políticas do Trump eram responsáveis por 40% das mortes nos Estados Unidos por Covid-19. Então, eu estou dizendo que as políticas do Bolsonaro são responsáveis por 80% das mortes por Covid-19 ocorridas até hoje no Brasil”, completou.  https://www.brasil247.com/coronavirus/as-politicas-de-bolsonaro-sao-responsaveis-por-80-das-mortes-no-brasil-diz-pesquisador-pedro-hallal

'HÁ CULPADOS E ELES SERÃO PUNIDOS', PROMETE CÚPULA DA CPI DA COVID SOBRE O MEIO MILHÃO DE MORTES

247 - Em nota divulgada após o Brasil atingir a marca de 500 mil mortos em razão da pandemia, o grupo que reúne a maioria dos membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid reforçou o compromisso de que os culpados pagarão por seus erros.

"Asseguramos que os responsáveis pagarão por seus erros, omissões, desprezos e deboches. Não chegamos a esse quadro devastador, desumano, por acaso. Há culpados e eles, no que depender da CPI, serão punidos exemplarmente. Os crimes contra a humanidade, os morticínios e os genocídios não se apagam, nem prescrevem. Eles se eternizam e, antes da justiça Divina, eles se encontrarão com a justiça dos homens", diz trecho da nota assinada por sete dos 11 integrantes titulares, entre eles o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), o vice Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o relator Renan Calheiros (MDB-AL).

Os senadores dizem que a data é "dolorosamente trágica" e desejam "nossos mais profundos sentimentos". A nota também é assinada por mais quatro senadores titulares da comissão: Tasso Jereissati (PSDB-CE), Otto Alencar (PSD-BA), Eduardo Braga (MDB-AM) e Humberto Costa (PT-PE); por dois suplentes: Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Rogério Carvalho (PT-SE); e por uma senadora que, embora não seja membro da comissão, é presença frequente nas sessões: Eliziane Gama (Cidadania-MA).

"Temos consciência que nenhuma palavra é suficiente para consolar e superar a dor das perdas de nossas famílias. São 500 mil sonhos interrompidos, 500 mil vidas ceifadas precocemente, 500 mil planos, desejos e projetos. Meio milhão de vidas que poderiam ter sido poupadas, com bom-senso, escolhas acertadas e respeito à ciência", diz o texto. https://www.brasil247.com/brasil/ha-culpados-e-eles-serao-punidos-promete-cupula-da-cpi-da-covid-sobre-o-meio-milhao-de-mortes

HADDAD DIZ QUE "BOLSONARO É UM INSULTO AO BRASIL". E QUE OS BRASILEIROS NÃO SAIRÃO DAS RUAS. "NÃO PODEMOS NATURALIZAR DUAS MIL MORTES POR DIA"

247 - Diretamente da Avenida Paulista, na manifestação pelo Fora Bolsonaro, o ex-prefeito Fernando Haddad disse em entrevista ao jornalista Florestan Fernandes Júnior e à TV 247, que os brasileiros não sairão das ruas.

"Bolsonaro é um insulto a esse país. As pessoas estão se sentindo insultadas por esse governo. E todo mundo que é insultado, sem nenhuma razão para isso porque é um povo trabalhador, é um povo que gosta do desenvolvimento, que gosta do respeito, o povo reage. E isso vai acontecer daqui para frente até quando for necessário, porque Bolsonaro é insuportável neste país", afirmou Haddad.

Segundo ele, "não podemos naturalizar duas mil mortes por dia". Sobre os protestos, ele reforçou a disposição dos manifestantes. "Todos com muita garra para lutar pelo Brasil. Lutando pela liberdade e pela democracia. As pessoas têm total consciência do que representa o Bolsonaro como ameaça às instituições e as conquistas sociais. E o povo não vai arredar pé até tirar o Bolsonaro, ou por impeachment ou no voto", frisou.

Atos pelo Fora Bolsonaro reuniram mais de 750 mil pessoas no Brasil e no mundo. Protestos ocorreram no dia em que o Brasil alcançou 500 mil mortes decorrentes da gestão desastrosa e charlatã de Bolsonaro, que negligenciou a compra de vacinas e empurrou cloroquina, um remédio ineficaz, para os brasileiros

Protesto na Paulista

Da Rede Brasil Atual - Mais de 750 mil pessoas saíram às ruas em cidades por todo o país, e também no exterior, neste sábado (19) em mais uma grande manifestação contra Bolsonaro organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, centrais sindicais e partidos políticos. Foram 427 atos nas 27 unidades da federação em mais de 400 municípios daqui e outros 17 de fora, em um coro contra a gestão genocida do presidente da República. No mesmo dia, o país alcançou a sombria marca de 500 mil mortes pela covid-19, doença cuja vacina foi oferecida e recusada por Bolsonaro e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Teve cartaz culpando Bolsonaro pela morte de parentes. Veja fotos do dia

Nos atos, sobraram faixas, bandeiras, cartazes, flâmulas, pinturas e gritos pela Vacina no Braço e Comida no Prato. Exigindo auxílio emergencial de R$ 600 até o final da crise sanitária. Reivindica-se atenção aos pequenos e médios produtores e comerciantes, respeito à soberania nacional, ao serviço a ao patrimônio público. Teve passeata, intervenção artística, bicicletada, carreata, plenária e até ato virtual. Houve muita preocupação com a segurança sanitária, máscara, álcool, evitando proximidade e toque.

A manifestação contra Bolsonaro começou bem cedo, as primeiras notícias vieram de pequenos municípios. Logo cresceu e tomou Brasília, Recife, capitais e grandes cidades do Norte e Nordeste, Sul, Centro-Oeste. Depois Rio, Belo Horizonte e São Paulo. A Presidente Vargas e a Paulista fecharam, com direito à presença de Chico Buarque, Fernando Haddad e muitas outras personalidades. O tema pautou também as redes sociais.

Chico Buarque, por sinal, completou 77 anos. “Na ditadura, nós não teríamos um programa como esse, não estaríamos falando disso aqui. E o que este governo quer, evidentemente, é a volta da ditadura, no sentido da censura, da proibição da difusão de ideias, de maneira que o programa da Regina não possa mais ir ao ar, os sites de esquerda, de oposição ao governo seriam banidos”, disse.

Capital federal

Brasília abrigou uma das maiores mobilizações do dia. O ato contou com a participação de estudantes, servidores públicos, indígenas, integrantes LGBTQIA+ e lideranças políticas de partidos de oposição. Começou por volta das 9h em frente à Biblioteca Nacional. As dezenas de milhares de manifestantes fecharam o Eixo Monumental e, após passarem pela Esplanada dos Ministérios, seguiram até o Congresso Nacional. A mobilização contou com os indígenas do Levante pela Terra, que estão na capital federal há 11 dias em resistência a projeto sobre demarcações.

NESTE DOMINGO (20-06-2021), NÃO PERCA A LIVE DO ARRAIÁ VIRTUAL DE CASINHAS

IVANILDO VILA NOVA CONVIDA PARA LIVE ESPECIAL DE SÃO JOÃO QUE ACONTECE NESTE DOMINGO (20) EM CASINHAS

 

Da REDAÇÃO, com ASCOM CASINHAS
charlesnasci@yahoo.com.br

Considerado o maior repentista de todos os tempos, o mestre Ivanildo Vila Nova gravou um vídeo onde faz um convite muito especial para o público apreciador (ou não) da cultura popular em toda a nossa região: todo mundo conectado na super live que acontece neste domingo (20), a partir das 16h, com transmissão através da página no facebook da Prefeitura Municipal de Casinhas, dentro da programação do "São João Virtuá 2021". CONFERE NO VÍDEO ABAIXO:

Além de Ivanildo, a live também contará com as participações do declamador Iponax Vila Nova e dos violeiros Erasmo Ferreira, de Campina Grande, e Manuel Mariano e Ramos da Saudade, da cidade de Orobó. De Casinhas, se apresentam os declamadores Klebson Oliveira e Junior Poeta, o embolador Siriema do Norte e outra grande preciosidade da cultura popular de Casinhas, a Banda de Pífanos de Bengalas.  http://maiscasinhas.blogspot.com/2021/06/ivanildo-vila-nova-convida-para-live.html

KLEBSON OLIVEIRA E SIRIEMA NO NORTE CONVIDAM PARA LIVE DOS POETAS NO SÃO JOÃO VIRTUÁ DE CASINHAS

Brasil Deve Terminar Vacinação Só No Ano Que Vem. É Preciso Aplicar Cerca De 204 Milhões De Doses Para Atingir 90% Da População Acima De 18 Anos - Meta Segura Para Controlar a Covid-19.

Foto: Danilo Verpa/Folhapress

O Brasil ainda precisa aplicar cerca de 204 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para atingir a desejável cobertura de 90% da população acima de 18 anos —uma meta segura para controlar a epidemia da Covid-19.

Apesar do novo calendário acelerado de vacinação, na velocidade atual a cobertura vacinal completa desta população pode ser alcançada apenas em meados de 2022.

Os dados e as conclusões são de um estudo feito por professores da USP, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) com base no banco de dados oficial do Ministério da Saúde.

O país tem hoje 160 milhões de cidadãos brasileiros com mais de 18 anos e que são elegíveis para a vacinação.

O caminho para se chegar ao percentual seguro de 90% de imunizados (ou 144 milhões de pessoas) ainda é longo: até a quinta (17), 60 milhões, ou 37,5% da população adulta, já tinham recebido pelo menos a primeira dose da vacina.

Destes, apenas 24 milhões, ou 14,9% da população adulta, receberam também a segunda dose.

No país há hoje, portanto, 62,5% de brasileiros, ou 100 milhões de pessoas, que ainda não receberam nem sequer uma dose do imunizante. E 85,1% que ainda não tomaram a segunda dose e por isso não estão completamente imunizados.

Os professores calculam que, para que a imunização coletiva seja atingida ainda neste ano, será necessário aplicar mais de um milhão de doses diárias de vacinas até dezembro.

A meta é considerada factível por eles, “considerando o histórico de sucessos de campanhas de vacinação do SUS”. Mas não será alcançada “se mantidas as médias abaixo de 700 mil doses diárias que vêm sendo observadas”, diz o professor Guilherme Loureiro Werneck, da UERJ, um dos coordenadores do trabalho, que é assinado também por Ligia Bahia e Jéssica Pronestino de Lima Moreira, da UFRJ, e Mário Scheffer, da USP.

A vacinação dá sinais de aceleração.

MORTES POR COVID BOMBA TODO DIA NO TWITTER

Foto: Michael Dantas/ AFP

O alto número de mortes pela Covid-19 no Brasil, prestes a bater a marca de 500 mil registros, gerou mais de 6,1 milhões de postagens no Twitter entre 10 de abril e 17 de junho deste ano, uma média de 89 mil por dia. O levantamento foi feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV).

Segundo relatório da DAPP/FGV, boa parte das postagens teve tom de crítica à atuação do governo federal. Perfis de oposição ao presidente Jair Bolsonaro somaram 50% das interações sobre o tema. Esse grupo manifestou indignação com o crescimento recente do número de óbitos por Covid-19 e mencionou, entre outros temas, recusas de compra de vacinas pelo governofederal, aglomerações promovidas por manifestações pró-governo em junho, o descumprimento de medidas de restrição pela população e consequências da realização da Copa América no país.

Outro grupo identificado pela DAPP/FGV foi o de perfis que interagem pouco com a oposição a Bolsonaro, mas que também lamentaram o alto número de mortes no país. Esse segmento somou mais de 6% das interações no período.Já os apoiadores do presidente atingiram 20% das interações no período com postagens que lançam dúvida sobre as estatísticas de mortes pela pandemia e sobre a eficácia de vacinas.

PAULO GUEDES, MINISTRO DE BOLSONARO QUER DAR COMIDA ESTRAGADA PARA OS POBRES

Foto: Marcos Nogueira

O governo quer vender comida estragada para os pobres. Não o disse com todas as letras, mas sabemos de quem se trata e sabemos de que essa gente é capaz.

A proposta –iniciativa da associação de supermercados, que coisa!– de flexibilizar a data de validade dos alimentos é imoral e potencialmente criminosa. Eu falo na posição de contumaz consumidor de alimentos vencidos –uma irresponsabilidade que não recomendo a ninguém.

Moro em frente a um supermercado e sou habitué da gôndola dos produtos “próximos ao vencimento”, com descontos absurdos. Na geladeira ou na despensa, vencem antes que eu os ataque.

Uso o meio século de experiência e a parca sensatez para comprar na seção do quase-lixo. Chocolate? Claro que sim: baixíssima umidade, muita gordura e muito açúcar. Bolacha? Passo, já está murcha. Leite? Não. Carne? Mas nem a pau.

Houve uma época em que o mercado da minha rua trazia excelentes queijos suíços, todos caros demais para o meu bico. De quando em quando, o preço baixava para menos da metade –vencimento chegando– e eu me abastecia como um nababo.

A queda livre do real sumiu com esses queijos, inviáveis até para o burgo de Perdizes. Agora eu ralo para comprar queijo minas e olha lá.

Meu comportamento é uma escolha individual. Eu assumo a responsabilidade e o risco dessa escolha.

Quando o governo cogita relaxar os critérios da validade dos alimentos no mercado, ele impõe a escolha entre comer e passar fome. Pega (em tese) a responsabilidade da decisão, mas atira o risco no colo do consumidor. Não é o Guedes que vai ter intoxicação.

Sou favorável à redução do desperdício e à flexibilização da validade quando embasada em sólidos argumentos técnicos. Mas tenho três motivos para julgar que, no Brasil de 2021, fazê-lo só ampliaria a tragédia humanitária.

Motivo 1: a piada do critério técnico. Só um perfeito otário para acreditar que esse governo aí agiria de acordo com a ciência no respeito aos padrões sanitários.

O SENADOR ALESSANDRO VIEIRA (CIDADANIA-SE), REVELOU QUE SE ARREPENDEU DE TER VOTADO EM BOLSONARO EM 2018.

Senador Alessandro Vieira (Podemos-SE) na CPI da Covid

247 - O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), em entrevista à TV 247, disse estar arrependido de ter votado em Jair Bolsonaro em 2018. Agora, ele diz trabalhar para, no primeiro turno das próximas eleições, eleger uma terceira via.

“Eu fiz uma escolha, a comuniquei. Na escolha, já disse que ia ter uma atuação o mais incisiva possível para evitar aqueles problemas que já se anunciavam, o autoritarismo, o despreparo”, justificou o senador sobre o voto em Bolsonaro. “Mas, hoje, tenho que reconhecer que me arrependo do voto. Subestimamos o problema do Bolsonaro, subestimamos a má qualidade, o dano que ele podia causar. E superestimamos o entorno. Se imaginou que aquele entorno de generais e de técnicos conseguiria controlar os arroubos do deputado radical Jair Bolsonaro. E isso não aconteceu, aconteceu o contrário, ele submeteu esse entorno”, ressentiu. 

O parlamentar acredita que o Brasil agora deve “mudar de página”, e que nem Lula e muito menos Bolsonaro poderiam resolver os problemas do país: “Agora, com esse arrependimento, como vamos fazer para 2022? A minha intenção nesse momento é trabalhar para uma terceira via. O Brasil merece mudar de página. Não acredito que um retorno do ex-presidente Lula vá resolver os nossos problemas. E tenho certeza também que a permanência de Jair Bolsonaro não ajuda. Mas é uma construção democrática. No final das contas, quem decide é o eleitor. E se chegarmos novamente ao segundo turno com o projeto do PT e o projeto do Bolsonaro, eu vou ter que refletir junto com o eleitor de Sergipe e tomar uma decisão, e ela vai ser pública. Me esconder não faz parte do cardápio”. 

CPI da Covid

O senador, que tem atuação marcante na CPI da Covid, prevê que os fatos mais graves irão emergir das investigações. No entanto, ele se mostrou pessimista quanto às chances de um impeachment contra Bolsonaro.

“Temos convicção de que, ao final, a CPI vai ter provas de fatos graves. Decidir se isso vai ser ou não suficiente para o impeachment passa por outra esfera. A gente sabe que o processo de impeachment no Brasil passa por uma etapa que é a decisão unilateral do presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Arthur Lira. É muito improvável que ele dê andamento a qualquer situação que tenha referência ao impedimento do presidente”, disse o senador.  https://www.brasil247.com/poder/me-arrependo-do-voto-em-bolsonaro-em-2018-diz-senador-alessandro-vieira

“AS MORTES POR COVID NO BRASIL ESTÃO SUBESTIMADAS EM TORNO DE 20%. SÃO MORTES A MAIS, NÃO A MENOS”, DIZ PEDRO HALLAL

247 - O epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas Pedro Hallal, em entrevista à TV 247, comentou sobre os índices de imunização em países da América Latina. Ele destacou que, no Brasil, a vacinação é lenta, de modo que apenas em torno de 30% da população está imunizada, muito abaixo dos 70% necessários para atingir a imunidade coletiva.

“A imunidade coletiva ocorre quando mais ou menos 70% da população, o que não é um número fechado, já tem anticorpos contra a Covid, seja por infecção, seja por vacina, e aí o vírus não consegue mais reproduzir. Cada vez que ele tenta bater em alguém, a pessoa tem anticorpo, basicamente”, explicou o pesquisador. 

Hallal detalhou o cálculo que fez para chegar ao número de 30%. “No Brasil, hoje, temos ao redor de 15% das pessoas que já tiveram a infecção. Esse é o dado da EPICOVID-19, pesquisa que eu coordeno. Talvez tenha aumentado um pouco, porque a coleta de dados foi de janeiro a março. Vamos botar que de março em diante aumentou um pouquinho, para 20%. E nós temos 14%, se não estou enganado, da população brasileira vacinada. Só que alguns dos vacinados também já tiveram Covid. Então, somando 20 com 14, daria 34, vamos descontar 4%. Na melhor das hipóteses, 30% dos brasileiros têm anticorpos”, explicou Pedro. 

Mortes subestimadas

O EX-MINISTRO DA EDUCAÇÃO, ALOIZIO MERCADANTE DIZ QUE “O FORA BOLSONARO DEVE ESTAR NO TOPO DA AGENDA DAS MANIFESTAÇÕES NO PAÍS”

247 - O ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante, em entrevista à TV 247 comentou sobre as manifestações do 19J, que estão marcadas em mais de 400 cidades ao redor do Brasil. Mercadante defendeu a luta popular pela retirada do governo Bolsonaro.

“É muito importante o dia 19 para dar um basta a tudo isso. Temos que enfrentar essa extrema-direita com luta popular e social. Eu apoio integralmente as manifestações, todos têm que se manifestar. É muito importante também o cuidado de evitar aglomerações, mas o dia 19 é necessário para dar um basta ao governo Bolsonaro. O Fora Bolsonaro tem que estar no topo das manifestações populares no Brasil”, disse o presidente da Fundação Perseu Abramo.

Questionado sobre a decisão do ex-presidente Lula de não comparecer aos atos, Mercadante defendeu a postura do petista, já que a mobilização popular não tem um objetivo eleitoral: “Ele só deve ir se tiver segurança total, que não vai criar qualquer turbulência na manifestação. O Haddad me disse que quer ir, e ele vai de uma forma que vai evitar qualquer tipo de aglomeração. É uma presença que tem que ser planejada e, no caso do Lula, muito mais planejada para evitar essa questão”, disse.

“A militância de todos esses movimentos gostaria da presença dele. Então, ele está expressando totalmente o apoio dele e a responsabilidade dele. Ele não quer caracterizar como sendo uma coisa eleitoral, porque não é. Essa manifestação é pelo auxílio emergencial, porque as pessoas estão passando fome, é pela vacina no braço, para combater esse negacionismo, é para apoiar as micro e pequenas empresas, é a questão do emprego e pelo Fora Bolsonaro”, completou Mercadante.

COM 500 MIL MORTOS POR COVID-19, BRASIL GRITA "FORA BOLSONARO" EM MAIS DE 400 ATOS DE PROTESTO

247 - Neste sábado (19), o Brasil deve alcançar a triste marca de 500 mil mortes pela Covid-19 desde o início da pandemia. A maioria delas poderia ter sido evitada se o governo de Jair Bolsonaro não tivesse apostado no negacionismo e sabotado os esforços de enfrentamento da pandemia. 

Também neste sábado, milhares de brasileiros e brasileiras voltarão às ruas para protestar pelo impeachment de Jair Bolsonaro, intensificação da vacinação, auxílio emergencial de R$ 600 e várias outras reivindicações. Entre elas está o não à privatização da Eletrobrás, aprovada nessa quinta-feira (17) pelo Senado. 

Até a noite de sexta-feira (18), 457 atos #19JForaBolsonaro estavam confirmados em 438 cidades no Brasil e exterior. Alguns locais terão mais de uma manifestação. A expectativa dos organizadores, entre eles a Central de Movimentos Populares (CMP), partidos de esquerda, entidades estudantis, centrais sindicais, movimentos sociais e diversos coletivos e ativistas, é que o número de protestos ultrapasse os 500. Serão 500 atos pelas 500 mil vidas perdidas. 

A exemplo das manifestações de 29 de maio, os organizadores reforçam a importância e a necessidade do uso de máscaras de proteção, álcool em gel e o respeito ao distanciamento social nos protestos deste #19JForaBolsonaro. “Vamos enfrentar esse governo genocida e essa política de morte. É povo na rua para derrotar um governo antidemocrático, que destrói os direitos e os sonhos do povo brasileiro”, afirma o coordenador nacional da CMP, Raimundo Bonfim. 

Vai participar das manifestações? Envie seu vídeo de até dois minutos para o Zap do 247, pelo número (11) 95831-2221, gravado na horizontal e com informação da cidade. Saiba mais:

Patrícia Lélis conta como foi o “encontro” com Moro, que fugiu após o escracho

Na noite desta sexta-feira (18), a jornalista Patrícia Lélis encontrou o ex-juiz Sérgio Moro durante uma caminhada em Georgetown, em Washington (EUA), e aproveitou o momento para fazer um escracho. O vídeo que mostra o momento em que Lélis constrange Moro afirmando que ele “destruiu o Brasil” rapidamente viralizou nas redes sociais.

À Fórum, Patrícia Lélis deu mais detalhes sobre o “encontro” inusitado. Segundo ela, essa já é a terceira vez que se depara com o ex-magistrado no bairro em que vive. “Na primeira vez eu estava com meu marido em um restaurante e ele estava lá. Só que a gente pensou que ele estava de férias, aí nem falei nada. Outro dia eu estava indo para o trabalho e vi do carro. Aí, hoje, eu vi de novo”, relatou.

Desta vez, ela estava fazendo uma caminhada em seu bairro quando se deparou com o ex-juiz e sua esposa na rua. O vídeo divulgado nas redes acaba quando Moro, visivelmente irritado e constrangido, chama Lélis de “mocinha” e pede para que ela pare de filmar, e com ela dizendo “Lula livre”.

O constrangimento, no entanto, não parou por aí. Após a gravação, segundo a jornalista, Moro a chamou de “petista”, ao que ela respondeu: “Sou petista mesmo. Ano que vem vou apertar o 13 tão forte que você vai sentir no seu c*”. O ex-juiz, recentemente declarado suspeito pelo STF, então, passou a apertar o passo para fugir de mais exposição.

“Toda vez que eu encontrá-lo, vai ser assim. Que volte pro Brasil de Bolsonaro!”, concluiu Patrícia Lélis. Assista ao momento.

Governador (MA) Flávio Dino confirma filiação ao PSB e diz que já comunicou ao governador Paulo Câmara

O ingresso ocorrerá no mesmo dia em que o de Marcelo Freixo, que deixou o PSOL

O governador do Maranhão, Flávio Dino, confirmou, nesta sexta-feira (18), a sua filiação ao PSB, que será, aliás, no mesmo dia de Marcelo Freixo: na terça-feira (22), às 11h.

Em publicação nas redes sociais, o político informou que vai encaminhar o pedido de filiação por intermédio do presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

Dino ainda diz que comunicou aos também governadores Paulo Câmara (Pernambuco) e Renato Casagrande (Espírito Santo).

Na quinta-feira (17), o governador anunciou a sua saído do PCdoB. “Desejo êxito ao Partido na sua caminhada em defesa de uma Pátria Livre e Justa. Uma grande Frente da Esperança é um vetor decisivo para um novo ciclo de conquistas sociais para o Brasil. A tal tarefa seguirei me dedicando”, disse.

Fonte: Portal Folha de Pernambuco6

Ocupação de UTI Covid do Hospam tem 60% entre 22 e 35 anos, diz Diretor

Serra Talhada perdeu mulher de 46 anos para a doença,  outro indicativo mais comum

O Diretor do Hospital Agamenon Magalhães,  o HOSPAM, João Antônio,  informou em sua rede social que jovens dominam internações.

Segundo ele, 60% dos pacientes internados na UTI da unidade são jovens com idades entre 22 e 35 anos em estado grave.

Isso mostra o avanço da doença entre os mais jovens,  fenômeno verificado pela maior exposição dessa faixa etária ao virus e por outro lado vacinação de mais idosos.

Esse fenômeno também tem sido verificados no Hospital Eduardo Campos e no Hospital Regional Emília Câmara,  unidades do Pajeú que também contam com leitos de UTI para tratar pacientes de Covid-19.

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada confirmou 30 novos casos positivos da doença nas últimas 24 horas.

A cidade chegou ao óbito 155: uma mulher de 46 anos, moradora do bairro Bom Jesus e sem relato de comorbidades. Faleceu no dia 18 de junho em sua residência.

A cidade de Serra Talhada tem 85 pacientes internados, incluindo pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas.

O Hospital Eduardo Campos está com 80% de ocupação com 64 internados na UTI. O HOSPAM está com 80% de ocupação. São 20 serra-talhadenses internados, sendo 11 na UTI. Por Nil Júnior 

Câmara aprova projeto que amplia categorias prioritárias na vacinação contra a Covid-19

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Bancários, empregadas domésticas e motoristas de aplicativos foram incluídos.

A Câmara dos Deputados concluiu há pouco a votação do Projeto de Lei 1011/20, que estabelece prioridade para novos grupos dentro do plano de vacinação contra a Covid-19. O texto principal foi aprovado em março, mas estava pendente a análise de destaques. A proposta vai ao Senado.

Na votação de hoje, foram incluídos entre os grupos prioritários os bancários, as empregadas domésticas e os motoristas de aplicativos. O projeto é do deputado Vicentinho Júnior (PL-TO) e outros, e recebeu parecer favorável da deputada Celina Leão (PP-DF).

O texto original do projeto inclui nos grupos prioritários os caminhoneiros autônomos e profissionais do transporte de cargas e mercadorias. A relatora incluiu outras categorias, como as pessoas com doenças crônicas e que tiveram embolia pulmonar, os agentes de segurança pública e privada, os trabalhadores da educação do ensino básico, os coveiros e os oficiais de Justiça. Por Nil Júnior 

Pernambuco registra 3.114 novos casos e 79 mortes pela Covid-19 nas últimas 24h

Pernambuco registrou 3.114 novos casos e 79 óbitos pela Covid-19 nas últimas 24h. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (17), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

Entre os confirmados de hoje, 151 (5%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.963 (95%) são leves. Já as mortes ocorreram entre os dias 7 de junho de 2020 e essa quarta-feira (16).

Agora, Pernambuco totaliza 530.077 casos confirmados da doença, sendo 48.065 graves e 482.012 leves, e 17.069 mortes pela Covid-19. Por Nil Júnior 

Paulo Câmara anuncia redução na ocupação de leitos de UTI no Estado

Governador anunciou ainda que Estado avança no Plano de Convivência com a Covid-19.

Por André Luis

O governador Paulo Câmara anunciou em vídeo divulgado nas redes sociais do Governo do Estado, que nesta quinta-feira (17),  a ocupação de leitos de UTI para o tratamento da Covid-19 reduziu ficou em 87%, após quase quatro meses registrando patamares mais elevados.

Ainda segundo o governador, as filas de espera por vagas de terapia intensiva acabaram. 

“Nesse período, intensificamos as medidas restritivas, reforçamos a vacinação e expandimos a rede de leitos de UTI, que é a maior do Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, destacou Câmara. Ainda segundo Paulo Câmara, nesta quinta-feira, o estado anuncia avanço no Plano de Convivência com a Covid-19, “mas ainda precisamos manter todos os cuidados para evitarmos uma nova sobrecarga na rede pública de saúde”, lembrou o governador. 

“Contamos com o apoio de toda a população, assim como dos prefeitos e prefeitas, para agilizarmos a imunização e vencermos essa pandemia”, pontuou Câmara.

Governo de Pernambuco libera volta das atividades econômicas no Sertão

Atividades voltam a funcionar a partir da próxima segunda-feira (21) com horário de funcionamento reduzido.

Secretário de Saúde ainda anunciou a chegada de 65 mil doses da vacina Coronavac. Quantitativo vai permitir zerar fila de espera por segunda dose.

Por André Luis

A Macro III do qual o Sertão do Pajeú faz parte, volta a permitir o funcionamento das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira (21) até o dia 27, com restrições de horários de funcionamento. 

Todas as atividades que enfrentam no momento o fechamento de suas portas poderão abrir até às 18h, tantos nos dias úteis quanto aos finais de semana.

O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (17), pela secretária Executiva de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Ana Paula Vilaça.

Participaram da coletiva, o secretário de Saúde André Longo, o secretário de Planejamento, Alexandre Rebelo e o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.

Após Rebelo apresentar os dados referentes a pandemia e destacar a redução de casos em todo o Estado e também a redução de ocupação dos leitos de UTI que ficou em 87% após quase quatro meses com índices mais elevados, o secretário de Saúde, André Longo anunciou o avanço no Plano de Convivência com a Covid-19 para todo o Estado.

Pernambuco conta nesta quinta-feira com 223 leitos de UTI livres e zerou a fila de espera por vagas. Segundo Longo, isto permite uma maior flexibilização nas atividades econômicas.

“O cuidado continua sendo fundamental. Não é momento de comemoração. Iremos continuar vigilantes aos números e dependendo do comportamento, não está descartado o retorno de medidas mais restritivas”, lembrou André Longo.

“O plano de convivência será acompanhado de uma ampliação na testagem, rastreamento e isolamento de pessoas contaminadas”, destacou Longo.

Os municípios da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e parte do Sertão poderão avançar no Plano de Convivência, com horários estendidos de funcionamento de atividades e serviços. A partir da próxima segunda-feira (21), até o dia 4 de julho, para as Macrorregiões 1, 2 e 4 o horário de funcionamento de boa parte dos setores poderá se estender até às 22h durante a semana e até às 21h nos fins de semana.